O pelotão da Vuelta é fraco ?

“17.º Damiano Caruso a 1 hora, cinco minutos e 31 segundos do primeiro classificado…
Mesmo o 10.*, GROßSCHARTNER Felix, ficou a vinte e dois minutos e 22 segundos da liderança…
Dos 142 ciclistas que terminaram, a maioria o que fêz de relevante? Será que serão necessários tantos ciclistas numa prova, pois a maioria está lá apenas para fazer número?
Neste ciclismo há coisas que não entendo!…
” – comentário interrogação do nosso leitor Francisco Figueiredo.

Vistas as coisas pelo lado da geral individual, a análise sumária é rápida e sucinta: a Vuelta, dado ser a última grande competição de três semanas tem graves problemas, que os ciclistas do World Tour levem a séria a importante competição.

Uma grande parte do pelotão está cansado. Outra grande parte desmotivada e, uma grande parte já se encontra a pensar na sua próxima equipa do ano que vem. Ou seja, está a correr pela sua equipa, mas já com contrato assinado por outra formação.

Tendo em linha de conta alguns destes pontos, um outro fator é primordial, para os ciclistas, numa fase adiantada da época como as datas em que a Vuelta se disputa. As etapas são duríssimas, numa orla sucessiva de inovações, na procura de cada vez mais dificuldades. Para além das enormes diferenças de tempo, entre os ciclistas, há a registar 34 abandonos e a evidente falta de competitividade das equipas continentais espanholas, em comparação com as suas congéneres francesas e italianas. Na verdade, comparando a força da Caja Rural, Burgos e Euskadi, com uma Arkea, Direct Energie, BB Hotels, Androni e Bardiani.o pelotão da Vuelta é fraco e desmotivado e serve até de castigo para alguns ciclistas, cujos diretores estão descontentes com o seu desempenho ao longo do ano.