As diferenças entre chefes de equipa e Pogacar

O mundo do ciclismo deve estar alerta, ou pelo menos em estado de choque, tal é a alteração de uma ano para o outro, no nível competitivo do Tour. É certo que houveram quedas, mas nem isso explica que ciclistas com um curriculum invejável se vejam tão atrasados na geral individual, como vemos na tabela em baixo:

  1. Tadej Poga?ar –
  2. Wout van Aert a1m48s
  3. Alexey Lutsenko a 4m38s
  4. Rigoberto Uran a 4m46s
  5. Jonas Vingegaard a 5m00s
  6. Richard Carapaz a 5m01s
  7. Wilco Kelderman a 5m13s
  8. Enric Mas a 5m15s
  9. David Gaudu a 5m52s
  10. Pello Bilbao a 6m41s
  11. Sergio Henao a 7m16s
  12. Guillaume Martin a 7m28s
  13. Aurelien Paret-Peintre a 7m33s
  14. Ben O’Connor a 8m13s
  15. Wout Poels a 8m51s
  16. Bauke Mollema a 11m35s
  17. Simon Yates a 12m13s
  18. Dylan Teuns a 12m35s
  19. Mattia Cattaneo a 12m39s
  20. Esteban Chaves a 12m51s
  21. Julian Alaphilippe a 18m51s
  22. Vincenzo Nibali – 21.06
  23. Richie Porte a 22m01s
  24. Steven Kruijswijk a 22m09s
  25. Nairo Quintana a 23m49s
  26. Miguel Ángel López a 26m15s
  27. Geraint Thomas – 33 m 06
  28. Primoz Roglic a 39m44
  29. – Dan Martin – 44.07

Estes serão os nomes principais, mas muitos outros que no ano passado impressionavam na cabeça do pelotão, nem se vêm. Equipas como a Jumbo-Visma deve ser um autêntico pesadelo o ambiente neste momento, idem aspas para a Ineos, idem aspas para a Movistar, com Miguel Angel Lopez a ser um autêntico barrete, que dizer da Trek, com Nibali a arrastar-se desesperadamente a refugiar-se nos Jogos Olímpicos como meta. É desconcertante o Tour, não é fácil de entender uma alteração tão grande .

Nomes como Sagan, que permanece no anonimato, ainda faltam etapas para brilhar é certo, mas…. Reparar como equipas como a DSM se arrastam no meio do pelotão, e outras passam permanentemente ao lado de tudo e gastam tantos, mas mesmo tantos , milhões. O Tour, o deste ano, pelo menos ,para já vale , pelo assomo de Pogacar , pela alegria contagiante de Van der Poel, pela ressuscitação de Marc Cavendish, no seio da equipa da Deceuninck, de onde saíram muitos que nunca mais andaram. Alguns exemplos, basta um, Viviani, outro Kittel . Que se cuide o Bennett para o ano.