Prémio Joaquim Agostinho com duas chegadas em alto

O Prémio Joaquim Agostinho é tradicionalmente a última prova a realizar-se antes da Volta a Portugal e, este ano não foge á regra. A prova irá para a estrada de 16 a 18 de julho, apenas com três etapas, desaparecendo de cena, o habitual prólogo do Turcifal. reduzida a três dias, a organização optou por duas chegadas em alto.

Logo na primeira etapa, uma chegada inédita ao Alto do Socorro em Torres Vedras, cerca de dois kms a 11% de inclinação, numa tirada curta e nervosa ( 85 kms ), que não permite qualquer falhanço, para quem pretender discutir a corrida.

A etapa mais tradicional, 166 kms entre Arruda dos Vinhos e Torres Vedras é uma autêntico rompe pernas, com a chegada final, antecedida pela tradicional subida da Serra da Vila, onde apenas um pequeno grupo discutirá o triunfo da etapa.

A Atouguia da Baleia é já uma referência do prémio de Torres Vedras, A freguesia de Peniche marca mais uma vez presença, com a partida da etapa mais longa 187 kms, com a subida mais dificil da zona do oeste no cardápio. A tirada finaliza no Montejunto, onde o Prémio será decidido. Uma prova bem traçada, com grabnde tradição no ciclismo nacionale que passa por algumas dificuldades. Como novidade, a constituição das equipas que passou a ser de oito ciclistas, uma medida permitida pelos regulamentos da UCI, em provas com menos de 90 ciclistas à partida.

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One thought on “Prémio Joaquim Agostinho com duas chegadas em alto”

  1. A subida do Montejunto pelo Avenal é muito dura têm rampas de 24%, o espetáculo está garantido.

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