Que venham mais provas como o Douro Internacional

O ciclismo reencontrou-se com uma região que de alguns a esta parte estava de costas viradas para o ciclismo. Nos últimos anos, e só com o esforço da equipa de ciclismo do Boavista e da Casa Dolores em colaboração com a Associação de Vila Real, a saudoso Volta a Vila Real foi para estrada, mas depois de sucessivos fracassos financeiros e desinteresse de algumas autarquias , a prova desapareceu, pelo menos por enquanto, do calendário nacional.

Por isso mesmo, este regresso ,mais pelo Alto Douro do que pela região de Vila Real ,foi muito saudado, por motivos importantes: primeiro porque o ciclismo é uma modalidade muito acarinhada pelos transmontanos, segundo pela excelência dos seus percursos e estradas, terceiro pelo esforço que a empresa JN, como entidade que movimentou e projetou a prova conseguiu fazer com que o ciclismo regressasse a esta região.

O esforço para colocar de pé a prova foi grande, principalmente em tempo de pandemia , mas a organização tem pautado pela positiva. Com uma excelente imagem, com uma estrutura de grande qualidade que tem prestigiado, não só a modalidade como a própria empresa JN, só se espera agora que mais provas surjam, com o nível deste Prémio Douro Internacional, que se sucedeu ao Prémio O Jogo e que terminará em agosto com o Prémio JN. Mas em 2022, mais duas provas estão na forja, o que a concretizar-se, conferem ao JN o estatuto de maior organizador de provas no nosso país.