O ciclismo português, o interno, fez vibrar a malta

Não havia uma multidão como em anos anteriores, não se sabe quem ordenou a proibição do acesso livre do público nem se soube tão pouco, quem proibiu a ascensão dos carros de apoio nos últimos três kms da etapa, ou seja ao longo de toda a subida, numa chegada em que os tempos contavam , mesmo em situação de uma qualquer avaria que muito bem poderia ter acontecido ao longo de toda a escalada.

A prova falou português, provando-se afinal que os portugueses faziam e fazem falta à Volta ao Algarve. Foram muitos os ciclistas cá do burgo que deram nas vistas, comecemos pelo forte bloco do W52-FCP, mas não nos esqueçamos dos dois top ten de Iuri Leitão no sprint, do C/R de Rafael Reis, do sexto lugar de Joaquim Silva hoje, do Prémio da Montanha de Luis Fernandes. Resultados multifacetados, algo ecléticos, porquanto conseguidos em várias especialidades : sprint, rolar e a trepar. O ciclismo português, o interno, fez vibrar a malta.