Caso Wiggins e as AUT no Paralamento britânico

O caso Bradley Wiggins corre o risco de vir a proporcionar uma série de problemas para o ciclista, mas muito em especial para o ciclismo britânico e a sua equipa, catalogada antes de surgir o caso das AUT, como uma equipa totalmente limpa em matéria de dopagem.

Agora é o parlamento britânico que levantou um inquérito sobre o assunto, o que vai obrigar os responsáveis pelo ciclismo do país a se explicarem à Comissão parlamentar da ” Cultura, Média e Desporto “.

Também hoje, Chris Froome falou sobre o tema, dando como sugestão que as AUT deveriam ser objeto de um parecer prévio de um médico independente.

Este ponto apresentado por Froome já foi no passado apresentado à FPC, por um documento apresentado pelo Boavista e que foi arquivado. Segundo esse documento, os ciclistas que tivessem necessidade de uma AUT só a poderiam obter mediante parecer prévio do Centro de Medicina Desportiva, através de um dos seus médicos .

O caso parece dar que falar, em especial de um ciclista que falou em excesso em relação a terceiros, clamou a alto e bom som que nunca tinha sido injetado em competição e, agora chega-se àconclusão que não bem assim. Por alguma razão, a Sky não aderiu ao Movimento do Ciclismo Credível . A simples filiação nesta associaçºão obriga as equipas a uma conduta étioca, superior à exigida pela própria AMA. No caso em apreço, se a Sky estivesse inscrita na MPCC Wiggins não poderia ter participado nas provas em questão, ou então não  poderia ter tomado  o medicmento em questão. No futuro, a ASO deverá obrigar as equipas que participam no Tour, a inscreverem-se no MPCC.