Confusão na chegada em Montalegre acabou em detenção de um dirigente de uma equipa

Terminada a etapa de ontem as equipas suaram as estopinhas para chegarem ao hotel. Enquanto no futebol brigadas policiais escoltam os autocarros dfas equipas dos hóteis para os estádios, no ciclismo é um pouco mais complicado.

A etapa terminou já tarde, dada a hora de partida, por volta das 17.30 horas, mas só depois das 18.30 foi permitida a saída dos carros e caravanas das equipas. Esperava-se pelo carro vassoura, mas o certo é que mesmo depois deste ter passado os seguranças não foram lestos a abrir o transito de forma a facilitar o regresso das equipas.

A maior parte das equipas só chegou ao hotel por volta das 19.45 horas, com o jantar a ser servido às 22.00 horas. O problema foi agudizado com a enorme quantidade de viaturas que aguardavam a saída, a chegada da prova de juniores ajudou á confusão. As caravanas foram deslocadas para um parque, enquanto as viaturas de apoio foram desviadas para outro, com os mecânicos a serem obrigados a trazer as bicicletas de um local para o outro. No meio da confusão, e como as barreiras não eram abertas, meswmo depois da passagem do carro vassoura, um dirigente de uma equipa junior abriu as barreiras, não terá pelo vistos obedecido á ordem do segurança, e acabaria preso pela GNR, depois de queixa deste ao agente de autoridade.

A confusão já tinha existido na chegada a Bragança com os seguranças a impedirem que os carros de apoio chegassem junto das caravanss de cada uma delas, alegando que faltavam passar ciclistas. A distancia era apenas de cerca de 30 metros mas, mesmo assim, a passagem foi vedada, apesar de serem informados pelos responsáveis das equipas que já não haviam mais ciclustas em prova. Só depois de mais de um quarto de hora foi permitido que os acrros de apoio chegassem junto das suas equipas.

Em termos de futuro seria bom que a organização coordenasse estes serviços de uma forma mais eficaz e de acordo com as verdadeiras necessidades das equipas que, terminada a etapa têm um tempo muito limitado para arranjarem bicicletas e massajarem os ciclistas, dada a hora tarida dos terminus das mesmas.