O Jogo – “Nuno é mais forte” – O camisola amarela visto por Américo Silva. O director-desportivo da Liberty Seguros considera que a liderança do natural de Sobrado é mais sólida do que a conquistada em 2008 por Rui Sousa. Esclarece ainda a ausência de vitórias da equipa na geral da Volta a Portugal. “Os adversários estiveram mais fortes que os nossos líderes. A equipa sempre foi forte”. Já Vidal Fitas, o seu homólogo do Palmeiras Resort-Prio-Tavira afiança que agora os líderes estão a descoberto. “Os alvos estão definidos”.
JN – “Com amarela à vista” – O dia de descanso pelo prisma de Nuno Ribeiro, o camisola amarela. O líder despertou com a leitura de jornais – “Quando são coisas boas, gosta-se sempre”. Arroz com pescada foi o almoço do camisola amarlea. Luxo é que tem um autocarro como o da Lampre, com TV, casa de banho, chuveiros e preço a condizer: 400 mil euros.
DN – “Nuno Ribeiro lidera ‘revolta’ portuguesa na Volta” – Portugueses lideram as classificações e só perderam uma etapa, a análise do sucesso português que se contabiliza na “carteira” de Cândido Barbosa, que já amealhou 7 mil euros.
Record – “Família alimenta amarela de Nuno” – Raquel Barbosa e o pequeno Guilherme – de um ano – vieram visitar o chefe de família, Nuno Ribeiro. Já Hector Guerra promete “ajudar a defender” a liderança do líder.
A Bola – “Amarelo de poucas emoções” – Nuno Ribeiro e o descanso do guerreiro. Na pausa da Volta, o camisola amarela não deixou transparecer grandes entusiamos e a isso se deve o seu feitio reservado. A crónica de Fernando Emílio recupera um texto de Carlos Miranda, enviado de A Bola numa edição disputada há 31 anos. “Dentro do pelotão há coisas que, cá fora, ninguém se apercebe… Há momentos de desfalecimento, há pactos, há caridade, há maldade, há tipos bestiais, há filhos de muita mãe, há toda uma história diferente que todo o ciclista, por um dever de lealdade, nunca conta a ninguém. O pelotão é um mundo desconhecido dos outros homens”.
Correio da Manhã - “Pelotão em risco” – Possível caso de gripe A colocará estrutura da Volta de quarentena. Marco Chagas é o protagonista da rubrica do CM relembrando uma Volta a Portugal 1979 na qual uma abelha o pica na língua. “A língua enchou de imediato e não cabia na boca”.
Público – “O último voltará a ser o primeiro na Volta” – O joker escondido foi Nuno Ribeiro reza a crónica do Público., Positivo é o pelotão português, o “negativo” vai para Hector Guerra, o favorito que já falhou.
i - “Nuno Ribeiro: a minha mulher ficou ainda mais contente” – Vou fazer tudo para ganhar a Volta a Portugal outra vez promete Nuno Ribeiro em entrevista.
A Bola – “Tiago Machado teve o mel nos lábios” – Uma jornada de poupança de forças na qual Tiago Machado foi o único favorito a ousar. A vitória de Sinkewitz, um “alemão com imagem muito turva” recorda o episódio do controlo positivo do vencedor em Gouveia, bem como a sua colaboração com as autoridades para reduzir a sua suspensão. A antevisão da etapa da Srª da Graça, assim como a crónica do médico Jose A. de Paz, que se alonga sobre as lesões dos ciclistas, completam a cobertura deste jornal.
DN – “Botija” segura amarela antes da decisiva Srª da Graça” – O “velhote” do pelotão, Joaquim Andrade, é o tema secundário do Diário de Notícias.
Correio da Manhã – O apontamento lateral recupera a “estória” que envolveu Vitor Gamito e respectivos companheiros de equipa aquando da vitória deste ciclista em 2000. “Os meus colegas decidiram pintar o cabelo em minha homenagem. Só que as coisas não correram bem. O Ricardo Costa, encarregue de comprar as tintas, enganou-se e comprou tintas para permanentes. Cada um ficou com os cabelos de cor difererentes provocando muitas risadas no pelotão”.
Público – “It’s nice to win quando se trata do regressado Patrik Sinkewitz” – O Público recupera o percurso de Sinkewitz como ciclista, estabelecendo ainda uma ligação do passado com o futuro da Volta: de Joaquim Andrade e Tiago Machado.
O Jogo – “Sinkewitz certeiro” – O diário desportivo nortenho analisa a etapa e perspectiva a Srª da Graça, evidenciando o último vencedor português no local, João Cabreira. “Farei o que puder para manter a camisola”, promete Cândido Barbosa.
Record – “Professor Pardal conquista moral” – O destaque é atribuído a Tiago Machado, o favorito que atacou. Pedais ao poder e os homens do pedal na política.
O Jogo – “Foguete Cândido ouviu-se em Lisboa” – O diário desportivo nortenho realça a vitória de Cândido Barbosa com dados da sua potência no explosivo prólogo de Lisboa. Nos 2.4 quilómetros, Cândido Barbosa desenvolveu uma potência média de 420 watts, dando a cada pedalada 9.6 metros. Uma entrevista com Alessandro Petacchi completa a reportagem de quatro páginas na qual se evidencia ainda o texto de opinião do camisola amarela.
A Bola – ” Cândido Barbosa foguete à solta em Lisboa” – O destaque naturalmente recaí em Cândido Barbosa, valorizando-se a reportagem com um texto sobre as ausências da Volta. Sérgio Paulinho revela que o seu futuro está entre Armstrong e Contador.
Record – “Cândido Barbosa eleito nas primárias” – O natural de Rebordosa surge justamente apelidado como o corredor do povo, revelando que apenas teve cuidado na curva dos Restauradores. “A direita carrega, a esquerda puxa”, ou potência pela voz de Cândido Barbosa. João Lagos revela que “Benfica só com FC Porto e Sporting”. O director deste jornal queixa-se que foi um dos martirizados lisboetas “engarrafados” com o “arremesso” de etapa da Volta a Portugal.
Público – “Lucky Luke apareceu à velocidade-foguete na Avenida da Liberdade” – O diário generalista dá destaque ao sonho de Filipe Cardoso barrado por 10 centésimas por Cândido Barbosa. O caos matinal do ciclismo em Lisboa é festejado pelos adeptos na capital.
Diário Económico – “Volta a Portugal vale cinco milhões” – A apresentação da Volta pelo prisma dos números. 5 milhões de orçamento, 80 milhões de mais valias publicitárias para os patrocinadores.
“I” – “Cândido Barbosa quem mais” – A reportagem do I capta as reacções do público lisboeta e dos protagonistas da prova sendo servida com um texto da Volta turística em Castelo Branco.
Correio da Manhã – “Cândido acelera” – A crónica do prólogo é apimentada com um texto que recupera uma história de Venceslau Fernandes. O ex-profissional conta que na Volta 1976 não havia abastecimento de água como agora. “O meu chefe-de-fila mandou-me atacar para ir buscar água a uma fonte. Quando cheguei estavam já ciclistas a tirar água da bica, mas estavam também dois burros a beber no bebedouro. Para não perder tempo enchi os bidons directamente dos bebedouros. No dia seguinte levei nas orelhas mas nada de passou de mal”.
DN – “Festa da Volta em Lisboa seduz até quem não aprecia ciclismo ” O trabalho do DN é valorizado pela infografia da primeira etapa.
JN – “Cândido conquista Lisboa” – Mais do mesmo, Cândido Barbosa sempre em destaque numa única página deste diário.
A revista de imprensa diária em destaque na cobertura da Volta a Portugal. A generalidade destacou nas suas páginas a apresentação da corrida, os seus favoritos e respectivas aspirações. Destaque atribuído ao Jornal A Bola que lança um suplemento de oito páginas. Na cobertura alternativa, o novo jornal “i” evidencia-se com uma entrevista a Damiano Cunego.
A Bola - “À Volta de meio Portugal” – É o título do suplemento do jornal A Bola, com oito páginas de apresentação da corrida, complementada com uma outra sobre a apresentação das equipas. Candidatos, Etapas, Inscritos e uma mini-entrevista a Joaquim Gomes e uma reportagem com os veteranos são os pontos de destaque.
Público – “Os suspeitos do costume para uma mini-volta a Portugal que esqueceu o Sul” – O diário apresenta a prova e os seus candidatos estabelecendo um interessante comparativo entre a nossa corrida e o…Tour. Um número em evidência em tempos de crise: o “prize-moey” global da Volta é 7.2% do “bolo” pecuniário do Tour.
i – O mais recente jornal diário do país promete uma cobertura alternativa da prova. Para já, o destaque é a entrevista a Damiano Cunego (Lampre). “O que qero é viver bem, sem ter grandes ilusões”. Outras frases: “Cresci a ver as corridas do Pantani no sofá. Por isso tornei-me ciclista”, “Gosto de estar na moda, de estar apresentável em cada corrida”, “Sou um apaixonado pelos Doors”. Uma segunda e terceira página é atribuída ao eterno candidato português, Cândido Barbosa, e mais favoritos. Ainda mais: um roteiro turístico da Volta a Portugal.
Record - “É hora de dar ao pedal” – Favoritos e Petacchi são o destaque em página e meia de Volta a Portugal. Cândido Barbosa também é protagonista ao afiançar que não faz a Volta em Campanha eleitoral – é candidato a vereador em Paredes.
O Jogo – “Guerra e Blanco com lusos à espreita” – A análise da prova destacando os crónicos favoritos e o percurso. Nuno Ribeiro diz que há portugueses bons mas duvida que tenham qualidade para vencer a Volta. Lista de etapas, inscritos e principais dificuldades e um curioso prognóstico de vencedores dos directores-desportivos.
24 Horas – “David Blanco em busca do tri” – É o titulo que abre a reportagem do 24 horas. Favoritos e mapa do percurso.
JN – “A subir até Viseu” – Outrora ligado à organização, o JN dimunuiu consideravelmente a sua cobertura de ciclismo. “A subir até Viseu” é o título do texto principal que incluiu uma coluna de entrevista a Joaquim Gomes, director da prova.
DN – “Portugueses na segunda fila mas com liberdade para ganhar”. A apresentação da volta pelo DN é feita com vista da janela para o Marquês de Pombal. Equipas e respectivos chefes-de-fila são apresentados com algumas surpresas…pois António Amorim é dado como líder da Barbot-Siper.