É uma saída em sem grande glória: aos 35 anos e após cinco épocas a tentar regressar ao mais alto nível e depois das polémicas declarações sobre os esquemas de dopagem de Lance Armstrong e da US Postal, Floyd Landis comunicou oficialmente a sua retirada de competição.
“Não voltarei a tomar parte numa corrida. Isso acabou. Tentei durante cinco anos regressar a algo que já não consegui. O stress que daí resulta já não vale a pena o esforço”, comentou Landis à cadeia televisiva ESPN.
“Estou quase certo que este desporto não tem cura. E esse não é o meu trabalho, não é a minha luta”, referiu Landis que passou da ribalta da vitória do Tour 2006 à desgraça em apenas dois dias, após ter sido “apanhado” com um resultado positivo por testosterona que invalidou a sua vitória na Volta a França. Em seguida tornou-se conhecido por gastar uma fortuna – superior a um milhão de euros – a defender uma verdade que, anos mais tarde, reconheceria ser mentira. Na torrente das suas declarações e do seu reconhecimento de dopagem envolveu o seu ex-colega de equipa Lance Armstrong e a sua antiga equipa US Postal. A sua saída de cena dá por terminada uma carreira que, após a sua desclassificação, não obteve resultados de relevo tendo preenchido os planteís de equipas secundárias nos Estados Unidos.
Um antigo corredor da US Postal, cuja identidade não foi revelada, confirmou as acusações de dopagem organizada feitas por Floyd Landis. De acordo com o jornal New York Times, o referido ciclista foi interrogado pela equipa do investigador Jeff Novitzky, contando pormenores sobre a sua dopagem pessoal e sobre o que alegadamente se passaria no seio da equipa de Lance Armstrong, dirigida por Johan Bruyneel.
O antigo corredor em causa nunca teve qualquer controlo positivo e foi aconselhado pelos procuradores a não falar publicamente sobre o depoimento incriminatório que fez.
O New York Times, citado pelo sítio Cyclingnews, revela que Tyler Hamilton também foi chamado a depor, mas ainda não o fez.
O caso, presentemente em investigação, foi espoletado por acusações de Floyd Landis, que assumiu publicamente ter-se dopado ao longo de grande parte da carreira, tendo dito que se iniciou nos meandros da batota desportiva por influência de Armstrong e de Bruyneel, que teriam um programa organizado de dopagem montado na US Postal.
No dia de arranque da Volta a França, o Wall Street Journal, conceituado periódico dos Estados Unidos, publica novos detalhes das acusações de dopagem de Floyd Landis contra Lance Armstrong, revelando que outros três corredores da então US Postal confirmam a versão de Landis, garantindo que havia dopagem organizada na equipa dirigida por Johan Bruyneel.
Floyd Landis desenvolve uma teoria sobre a forma como os produtos dopantes seriam comprados sem que as verbas saíssem das contas oficiais da equipa. De acordo com Landis, a formação venderia fora do mercado oficial parte das bicicletas da equipa. O Wall Street Journal confirma que os investigadores consultaram a empresa fornecedora das bicicletas, a Trek, que terá garantido que algumas das máquinas cedidas à US Postal não foram devolvidas e que, entretanto, já foram vistas à venda na Internet.
O corredor que perdeu o Tour de 2006 devido a ter-se dopado, quando já representava a Phonak, conta ainda que a equipa submeteu-se a transfusões sanguíneas durante o Tour de 2004, num hotel em França. A versão de que haveria dopagem na equipa foi já corroborada por outros três corredores, cuja identidade não é revelada pelo jornal. Em contrapartida, há outros ciclistas que passaram pela equipa e que negam tudo.
O principal visado, Lance Armstrong, também desmente. Garante que é tudo mentira e afirma que Floyd Landis não tem credibilidade, pois “diz hoje uma coisa e amanhã outra”, numa alusão ao facto de o compatriota ter negado ter-se dopado no Tour de 2006 e agora confessar que violou os regulamentos.
Foto: Team RadioShack
O norte-americano Floyd Landis, desclassificado do Tour 2006 e que, consistemente negou o recurso a dopagem, tendo dispendido parte considerável dos ganhos da sua carreira na defesa jurídica reconheceu, por fim, ter usado produtos dopantes na Volta a França desse ano.
De acordo com o Wall Street Journal, Landis enviou um email à União Ciclista Internacional e aos seus sponsors admitindo a prática de dopagem. O mesmo jornal escreveu que na missiva Landis detalhou o uso sistemático de doping e, numa entrevista concedida no dia seguinte, admitiu que o fez ao longo da sua carreira e, em particular, no Tour 2006.
“Quero limpar a minha consciência”, afirmou o norte-americano. “Não quero fazer parte do problema”. Segundo a mesma fonte, Landis informou do sucedido a União Ciclista Internacional e a USA Cycling, a federação norte-americana da modalidade.
As confissões de Landis em vários emails enviados, referem ainda acusações graves que implicam directamente a estrutura da US Postal. De acordo com Landis, terá sido Johan Bruyneel, actual director-desportivo da RadioShack, a iniciá-lo na dopagem com testosterona enquanto ciclista da US Postal e no verão – Junho – de 2002. De acordo com o conteúdo dos emails enviados por Landis, também Armstrong e demais ciclistas norte-americanos da equipa terão conhecimentos avançados de dopagem. “Fui instruído por Bruyneel para me encontra com Armstrong e pedir-lhe EPO. A primeira vez que usei EPO foi Eprex e vinha em seis seringas. Apliquei-a de forma intravenosa por várias semanas antes da próxima retirada de sangue e não tive qualquer problema com os controlos da Volta a Espanha”.
Landis refere ainda que, aquando da saída da US Postal, terá confessado ao dono da sua nova equipa, a Phonak, o seu passado num programa de dopagem sanguínea e terá manifestado a vontade de implantar o mesmo sistema na equipa suíça. Segundo Landis, citado pelo Wall Street Journal, Andy Rihs terá acolhido a sugestão e financiado a operação. As acusações de Landis não se quedam por aqui envolvendo outros ciclista da US Postal da altura – como Levi Leipheimer ou David Zabriskie – que, adianta, terá ajudado a dopar numa competição na Califórnia.
Tanto Armstrong, como Bruyneel ou Hincapie – outro dos ciclistas referidos por Landis – não reagiram, para já, às acusações do ciclista norte-americano.
(em actualização)
O fim do projecto profissional da Rock Racing não significou o desemprego para Floyd Landis, 34 anos, que vai representar a equipa continental Bahati Foundation. A nova equipa do vencedor desapossado do Tour de 2006 integra um projecto mais amplo de apoio às crianças mais desfavorecidas de arredores de Los Angeles.
Um mandado de captura internacional foi emitido para o norte-americano Floyd Landis a 28 de Janeiro último, noticia a AFP. Em causa, segundo Pierre Bordry, presidente da Agência Francesa de Luta contra a Dopagem (AFLD) estará a ausência de Landis a uma convocatória de um juiz da localidade de Nanterre.
Flandis e o seu compatriota Arnie Baker, presumivelmente o seu advogado no caso da “testosterona” na Volta a França 2006 tinham sido chamados a depor pelo Juiz do Tribuna de Primeira Instânica de Nanterre em Outubro passado.
“Foi por terem usado documentos do laboratório de Chatenay-Malabry para a sua defesa, sendo que essa peças poderão ter sido pireatedas no sistema informático da AFLD”, evoca Malabry.
O brasileiro Murilo Fischer, 30 anos, vai continuar em Itália, trocando em 2010 a Liquigas pela Acqua & Sapone. A informação é avançada pelo sítio francês Cyclismag. A mudança de equipa dita a saída de Fischer do escalão ProTour, do qual o brasileiro guarda algum ressentimento. “Em vez de te tranquilizarem, tratam-te como um cavalo de corrida. E quando começas a falar de mais dinheiro deixa de haver lado humano, existindo apenas a relação profissional”, queixa-se Murilo Fisher.
O Cyclismag adianta também que Floyd Landis mantém-se na expectativa em relação à Rock Racing. Caso a equipa estadunidense consiga licença Continental Profissional, Landis assina pela formação de Mancebo e Sevilla. A situação deverá ser aclarada no dia 4 de Janeiro, data em que se espera uma decisão definitiva da União Ciclista Internacional relativamente aos dossiês das equipas que pediram licença Continental Profissional.
Foto: Euskal Bizikleta
A dois meses e meio da Volta ao Algarve, os adeptos nacionais começam já a sonhar com o pelotão de luxo que se adivinha. É o momento certo para recordar todas as equipas estrangeiras e as principais estrelas que passaram pela “Algarvia” desde 2004, ano em que Lance Armstrong emprestou prestígio à prova e, assim, ajudou a internacionalizá-la.
José Carlos Gomes
A Volta ao Algarve é a mais internacional das corridas portuguesas. Mas é muito mais do que isso. É uma das corridas com melhor naipe de participantes entre todas aquelas que, no Mundo inteiro, não integram o calendário ProTour e Histórico. As melhores equipas e alguns dos mais importantes corredores do pelotão internacional já pedalaram na “Algarvia”.
Mesmo que a internacionalização já venha de trás e que, por exemplo, Alex Zülle tenha ganho em 2000, o passo adiante na globalização da corrida sucedeu em 2004, ano em que a presença de Lance Armstrong colocou a Volta ao Algarve no centro do mundo velocipédico. Isso mesmo se percebe olhando à lista de inscritos nesse ano e nas edições seguintes.
Na edição de 2004, o pelotão apenas teve sete equipas estrangeiras e só três delas com peso: US Postal, Cofidis e Euskaltel-Euskadi. No entanto, o mediatismo acrescido pela participação da estrela de então, Lance Armstrong, seduziu outros conjuntos a alinharem no ano seguinte, quando a T-Mobile, a Davitamon-Lotto, a Gerolsteiner e a Française des Jeux se juntaram à Discovery Channel e à Cofidis, no grupo das equipas mais famosas presentes.
No começo, a avalancha de equipas estrangeiras começou por ser olhada de soslaio por alguns membros do pelotão português, que não gostaram de ver a corrida ser desenhada para os especialistas em clássicas, que integravam a “Algarvia” na preparação para as grandes corridas de um dia da Primavera. Nos últimos anos, esse factor foi atenuado. Além dos “classicómanos”, a Volta ao Algarve tem recebido, nas últimas seis edições, nomes grandes das provas por etapas e sprinters de eleição.
Encabeçado por Lance Armstrong e Alberto Contador, o lote de presenças, entre 2004 e 2009, conta com nomes como Damiano Cunego, Andreas Klöden, Levi Leipheimer, Robert Gesink, Bradley Wiggins, Kim Kirchen ou Philippe Gilbert, para citar vencedores de provas de três semanas e de corridas de um dia. A lista de sprinters que já “voaram” no Algarve é encabeçada pelo italiano Alessandro Petacchi, vencedor da edição de 2007, mas é composta por quase todos os principais velocistas da geração do transalpino: Erik Zabel, Robbie McEwen, Gert Steegmans e Stuart O’Grady. Não faltaram sequer elementos cuja maior fama adviria do seu envolvimento no lado negro do ciclismo, a dopagem: Floyd Landis, Davide Rebellin, Stefan Schumacher, Bernhard Kohl, Thomas Dekker, além do arrependido Patrik Sinkewitz e do precocemente falecido Frank Vandenbroucke.
Limitada pelos regulamentos a ter, no máximo, metade das equipas do escalão ProTour, a Volta ao Algarve poderia dar o passo para a subida ao patamar superior do calendário internacional. Com isso conseguiria atrair ainda melhores corredores, mas as formações portuguesas ficariam obrigatoriamente de fora, impedindo os valores nacionais de lutarem de igual para igual com os ídolos internacionais. Seria um preço, provavelmente, demasiado elevado que não vale a pena pagar.
Para 2010, adivinha-se um fenómeno parecido com o que sucedeu após 2004. Então foi Armstrong a chamar a atenção para a corrida portuguesa e a atrair equipas de topo no ano seguinte. Em 2010, é crível que a Volta ao Algarve cresça devido à mediatizada presença de Alberto Contador em 2009, quando se sagrou vencedor. O próprio madrileno já disse em público que, provavelmente, começará a temporada no Algarve. O norueguês Thor Hushovd (Cervélo) anunciou a sua presença, o mesmo tendo feito o espanhol Joaquín Rodríguez (Katusha). A RadioShack de Armstrong tem presença assegurada, embora não se saiba se com o texano entre os escolhidos. Caisse D’Epargne, Team Sky, Garmin-Slipstream, Omega-Pharma Lotto e Vacansoleil também são esperadas. A procura é tanta que o director da Footon-Servetto, equipa ProTour do campeão português, Manuel Cardoso, pede humildemente um convite: “Gostaríamos de correr a Volta ao Algarve, se a organização nos aceitar”, disse ao jornal A Bola. A passagem da Volta à Califórnia de Fevereiro para Maio torna a competição lusa ainda mais apetecível.
Corredores
2004
Lance Armstrong
José Azevedo
Floyd Landis
George Hincapie
Stuart O’Grady
Egoi Martinez
Koldo Fernández
Thomas Dekker
Bernhard Kohl
2005
José Azevedo
Yaroslav Popovych
José Luis Rubiera
Sebastian Lang
Levi Leipheimer
Bernhard Kohl
Sandy Casar
Baden Cooke
Bernhard Eisel
Stuart O’Grady
Tom Steels
Gert Steegmans
Stefan Schumacher
2006
Hugo Sabido
José Azevedo
José Luis Rubiera
Gert Steegmans
Peter van Petegem
Maxime Monfort
Rik Verbrugghe
Bradley Wiggins
Bernhard Eisel
Robert Förster
Davide Rebellin
Stefan Schumacher
Linus Gerdemann
Serhiy Honchar
Kim Kirchen
Patrik Sinkewitz
Jeremy Hunt
Lars Boom
Robert Gesink
2007
Alessandro Petacchi
Fabio Sacchi
Stijn Devolder
Egoi Martinez
Sérgio Paulinho
Yaroslav Popovych
Tomas Vaitkus
Tom Steels
Andreas Klöden
Mathias Kessler
Serguei Ivanov
JUam Manuel Garate
Gert Steegmans
Peter Van Petegem
Bernhard Eisel
Patrik Sinkewitz
Philippe Gilbert
Davide Rebellin
Stefan Schumacher
Jeremy Hunt
Tyler Farrar
Steffen Wesemann
Hugo Sabido
Robert Hunter
Lars Boom
Martijn Maaskant
2008
Erik Zabel
Andreas Klöden
Sérgio Paulinho
Tomas Vaitkus
Sylvain Chavanel
Rik Verbrugghe
Robert Förster
Sebastian Lang
Stefan Schumacher
Bernhard Eisel
Bert Grabsch
Stijn Devolder
Robbie McEwen
Baden Cooke
Robert Hunter
Hugo Sabido
Frank Vandenbroucke
2009
Stijn Devolder
Sylvain Chavanel
Alberto Contador
Andreas Klöden
Sérgio Paulinho
Tomas Vaitkus
Philippe Gilbert
Koldo Fernández
Egoi Martinez
Sandy Casar
Martijn Maaskant
David Millar
Damiano Cunego
Angelo Furlan
Pietro Cauchioli
Bert Grabsch
Bernhard Eisel
Maxime Monfort
Tony Martin
Robert Förster
Gerald Ciolek
Robbie McEwen
Serguei Ivanov
Simon Gerrans
Heinrich Haussler
Jeremy Hunt
Theo Bos
Equipas
US Postal/Discovery Channel (2004, 2005, 2006, 2007)
Cofidis (2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
Euskaltel-Euskadi (2004, 2009)
Rabobank TT3 (2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
RAGT Semences-MG Rover (2004)
Jong Vlaanderen 2016 (2004)
Relax-Bodysol (2004)
T-Mobile/High Road/Team Columbia (2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
Gerolsteiner (2005, 2006, 2007, 2008)
Française des Jeux (2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
Davitamon-Lotto/Predictor-Lotto/Silence-Lotto (2005, 2006, 2007, 2008, 2009)
Shimano-Memory Corp (2005)
Landbouwkrediet-Colnago (2005)
Chocolade Jacques/Topsport (2006, 2007, 2008, 2009)
Unibet.com (2006, 2007)
Team TIAA-CREF/Garmin-Slipstream (2006, 2009)
Barlowordl (2006, 2007, 2008)
Sean Kelly Team (2007, 2008, 2009)
Team Wiesenhof-Felt (2007)
Quick Step (2007, 2008, 2009)
Astana (2007, 2008, 2009)
Milram (2007, 2008, 2009)
PSK Whirlpool-Author (2008)
Mitsubishi-Jartazi (2008)
Cycle Collstrop/Vacansoleil (2008, 2009)
Fotos: Jornal Ciclismo e Volta ao Algarve
O australiano Ben Day venceu hoje a Boulevard Road Race, circuito com 144 quilómetros de extensão a este de San Diego, na Califórnia. A corrida norte-americana foi marcada ainda pelo regresso à competição de Floyd Landis (OUCH), cumpridos os dois anos de suspensão após o resultado “positivo” por testosterona que o desclassificou da vitória na Volta a França 2006. Ben Day, que representou em Portugal as equipas do Matesica-Abóboda e da Carvalhelhos – Boavista, atacou a cerca de um quilómetro e meio do termo, antecipando o sprint a cinco que se esperaria após uma fuga bem sucedida no terreno montanhoso. Day, 30 anos, competiu na última temporada pela Toyota-United – foi oitavo na Volta a Califórnia – tendo assinado um contrato de um ano com a mais recente equipa australiana, a Fly V Australia, patrocinada por uma companhia aérea com o mesmo nome. O sucesso de Day na prova de um dia em San Diego coloca-o em boa posição para a próxima edição da Volta a Califórnia, prova na qual a nova equipa austral foi convidada.
O norte-americano Floyd Landis prepara-se para regressar à competição na próxima edição da Volta a Califórnia, em Fevereiro, noticiou primeiramente o jornal USA Today. Landis, 33 anos, correrá pela formação norte-americana OUCH, patrocinada por um centro médico privado do qual Brent Kay, o cirurgião que lhe reconstruiu parte da anca, é um sócios.
“Sinto-me bem e trabalhei muito para manter-me m forma. É positivo traçar objectivos e deixar tudo o resto para trás”, lançou Landis, suspenso por dois anos na sequência de um controlo positivo por testosterona aquando da Volta a França de 2006 que venceu, antes da desclassificação.
Por sua vez, questionado sobre o regresso à competicão do compatriota e ex-colega de equipa na US Postal, Lance Armstrong, Landis considerou-o como “positivo”: ” O regresso de Lance é bom para o ciclismo e ve-se no Tour Down Under”. ” Mas o Lance está num outro planeta”, acrescenta. “A nossa equipa não é patrocinada pelo Cazaquistão.”
O programa de competições do regressado Floyd Landis incluirá provas somente nos Estados Unidos, como o Tour de Missouri, o Tour de Utah e corridas de um dia.