Artigos com a tag ‘Federação Portuguesa de Ciclismo’

Artur Lopes reeleito para mandato de dois anos

22 Jan 2011 6:50pm

Artur Moreira Lopes foi hoje reeleito Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. O dirigente, no cardo de 1993, vai cumprir o último mandato, que termina no final de 2012. Artur Lopes recolheu 92,3 por cento dos votos expressos, percentagem igual à que foi obtida pelas candidaturas à Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Disciplina e Conselho de Arbitragem. A candidatura ao Conselho Fiscal recolheu 96 por cento das preferências. Menos popular foi a candidatura ao Conselho de Justiça, integrada por elementos indicados pela Associação de Ciclismo do Minho, que se ficou pelos 65 por cento.

As eleições realizaram-se no âmbito da adaptação dos Estatutos da FPC ao Regime Jurídico das Federações Desportivas e foram as primeiras em que o direito de voto foi exercido por delegados e não pelas Associações. Dos 66 delegados inscritos, votaram 26, uma taxa de participação de 39,4 por cento.

Órgãos eleitos
Presidente

Artur Manuel Moreira Lopes

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Francisco Manuel Fernandes
Vice-presidente: Alfredo Falamino Barroso
Secretária: Clarisse Isabel Ganhão Castanheiro
Suplente: Rogério Manuel Mateus Pires
Suplente: Armindo Jorge Vida Leal Nunes

Conselho Fiscal
Presidente: Luís Filipe Caleia Rodrigues
Vogal: Vítor Manuel Bretes Victor
Vogal: João Paulo Gomes de Azevedo Rodrigues
Suplente: José dos Santos Martins
Suplente: José Martins Nicolau

Conselho de Disciplina
Presidente: José Maria Cabral Arrais de Melo e Castro
Vogal: Hugo Filipe da Silva Henriques Dias
Vogal: André Gaspar Martins
Suplente: Vítor Manuel Almeida Gonçalves
Suplente: Rui Pereira dos Santos Simão

Conselho de Justiça
Presidente: Paulo Jorge Osório Mendes
Vogal: Rui Miguel de Meria Barreira
Vogal: Ângela Ivone Rodrigues Oliveira
Suplente: Carlos Fernando Pedrosa Fernandes
Suplente: Artur Luís Valentim Dias

Conselho de Arbitragem
Presidente: Henrique Ventura Correia de Castro
Vogal: José Diogo Calado
Vogal: Vasco Gonçalves de Oliveira Santos
Vogal: António Martins Couto
Vogal: Fernando Gonçalves Gomes
Suplente: Jorge Manuel Serralheiro Marques
Suplente: José Manuel Valentim Filipe

Federação estabelece regras para as provas de “roda livre”

03 Fev 2010 6:33pm

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) impõe, a partir de 2010, restrições às denominadas corridas de “roda livre”, atribuindo aos organizadores todas as responsabilidades em caso de acidente, quando as regras federativas não sejam cumpridas.

Este tipo de corridas que, por norma, acontecem no final de passeios de cicloturismo exigem policiamento. A organização terá de requerer o serviço das forças policiais no percurso abrangido pela “roda livre”, sendo obrigada a provar, junto da FPC, até 48 horas antes da corrida, o pagamento às forças da ordem.

A “roda livre” não poderá exceder 20 por cento do percurso total do passeio de cicloturismo em que se insere. Na “roda livre” não podem participar corredores inscritos na FPC na área da competição. Está proibida a atribuição de prémios monetários ou a investidura de camisolas, sendo apenas autorizada a entrega de troféus simbólicos.

Liberty Seguros apoia Federação na luta contra o doping

11 Dez 2009 5:18pm

A Liberty Seguros e a Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) assinaram hoje um protocolo de colaboração que faz da empresa o patrocinador principal da FPC. Depois do escândalo de dopagem que pôs fim à equipa profissional da Liberty, a federação resgatou a seguradora para a modalidade. Para isso foi decisiva a postura federativa na luta contra o doping, que, em 2010, terá como grande novidade a “Caderneta de Saúde Liberty Seguros”, uma espécie de “passaporte biológico”, que irá monitorizar os valores fisiológicos de todos os corredores potencialmente seleccionáveis, desde o escalão de cadetes até aos sub-23. O protocolo é válido até ao final do presente ciclo olínpico, que encerra com os Jogos de Londres, em 2012.

Além da “caderneta de saúde”, a parceria engloba a realização de sessões formativas e preventivas da dopagem junto dos praticantes mais jovens, assim como a realização de um seminário com a participação de especialistas internacionais na matéria.

A Liberty Seguros vai ainda patrocinar todas as selecções nacionais de ciclismo, ajudando a impulsionar a equipa lusa rumo aos grandes compromissos internacionais, de estrada, de BTT, de BMX e de pista, associando-se ainda à participação da selecção na Volta a Portugal. O protocolo hoje assinado pelos responsáveis máximos da Liberty Seguros, José António Sousa, e da FPC, Artur Lopes, permite à seguradora juntar-se à Taça de Portugal de Estrada, que passa a designar-se Taça de Portugal Liberty Seguros.

À margem do acordo com a FPC, a Liberty Seguros recuou na decisão de abandonar o patrocínio do ciclismo na sequência do caso de doping de Nuno Ribeiro, Héctor Guerra e Isidro Nozal. Apesar de deixar o pelotão de elite, a Liberty Seguros será o principal suporte da escola de ciclismo São João de Ver, de Santa Maria da Feira, clube de que era um dos financiadores.

FPC destaca feitos da Selecção Nacional no Festival Bike

22 Out 2009 10:45pm

A presença da Federação Portuguesa de Ciclismo no Festival Bike incidirá sobre os feitos dos atletas da Selecção Nacional em 2009, com a conquista das medalhas de prata de Nélson Oliveira e Ricardo Marinheiro. A exposição das medalhas conquistas, tal como as bicicletas dos atletas decorarão o stand da FPC, junto às portas de entrada do certame. O programa da FPC para o Festival Bike comtempla ainda o tradicional Almoço de Homenagem aos protagonistas de 2009, logo após o Encontro Nacional de Cicloturismo. Outra iniciativa prevista é a presença de Alves Barbosa e de José Castela na apresentação do livro, A Magia do Tour. Segundo informa ainda a FPC, estarão disponíveis folhetos informativos do processo de filiação e ainda equipamentos para venda da Selecção Nacional a preço reduzido.

Velódromo Nacional inaugurado hoje na Anadia

11 Set 2009 11:54pm

Foi Alves Barbosa, ciclista que brilhou nas estradas e nas pistas com a camisola do Sangalhos, o primeiro a desfilar no Velódromo Nacional – Centro de Alto Rendimento, infra-estrutura hoje inaugurada em Sangalhos, concelho da Anadia. O campeoníssimo foi apenas uma das estrelas presentes na cerimónia, umas com roupa de licra e outras de fato e gravata. Numa sessão dirigida pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, intervieram os presidentes da União Ciclista Internacional, Pat McQuaid, da Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, e da Real Federação Espanhola de Ciclismo, Carlos Castaño.

“O Centro de Alto Rendimento é que o precisamos para dar o salto rumo à excelência. Há que entender o ciclismo de forma plural e a vertente de pista é importantíssima em competições internacionais”, afirmou Artur Lopes. Pat McQuaid considerou o velódromo “uma oportunidade para treinar e preparar toda uma nova série de corredores. Portugal tem capacidade para trabalhar a pista e ser uma potência da modalidade a médio prazo. Não há milagres por trás de cada medalha está trabalho duro, atenção ao detalhe e ciência do desporto. Estamos a mudar a cultura do ciclismo a nível internacional e este velódromo adequa-se ao projecto do novo ciclismo”. Carlos Castaño aproveitou a ocasião para recordar o esforço recente das duas federações ibéricas para o fortalecimento dos laços de amizade e de parcerias.

A estreia competitiva do Velódromo faz-se neste fim-de-semana. No sábado e no domingo realiza-se ali a I Taça Ibérica de Pista. Os espanhóis são favoritos, até porque se apresentam com alguns medalhados em competições olímpicas e em mundiais, enquanto os portugueses estarão a dar as primeiras pedaladas nesta vertente do ciclismo.

Caso LA-MSS: instrução do processo desportivo perto do final

18 Mai 2009 4:19pm

“A fase de instrução está a terminar e será entregue ao Conselho Disciplinar para uma decisão”. Este é o ponto de situação do caso LA-MSS, cujas buscas policiais fazem amanhã um ano, segundo declarações do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Artur Lopes, à agência Lusa. A vertente civil da investigação parece estar mais atrasada. Uma fonte judicial citada pela agência noticiosa revela que o processo “ainda não está pronto, mas está bem encaminhado, à espera de conclusão de perícias técnicas”, relacionadas com o envio para laboratórios estrangeiros de substâncias não rotuladas, encontradas nas buscas às habitações dos corredores portugueses e às instalações da equipa poveira.

O processo judicial decorre na nona secção do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, estando a cargo da magistrada do Ministério Público Teresa Almeida. Em causa estão suspeitas de “crimes previstos e puníveis pelo Código do Processo Penal”. A Agência Lusa identifica Afonso Azevedo e Cláudio Faria como os dois corredores que são arguidos desde as buscas de 19 de Maio de 2008, por alegadamente terem nas suas casas substâncias proibidas e dopantes.

Um caso que faz parte do processo e que a Lusa revela em primeira mão diz respeito a uma lista encontrada em casa de Pedro Cardoso. O ex-ciclista tinha em sua posse uma folha com nomes de corredores de diferentes equipas do pelotão nacional, correspondendo a cada um desses nomes uma verba de que Pedro Cardoso seria credor. Este facto despertou a suspeita de que o barcelense poderia ser fornecedor de substância dopantes, mas os intervenientes no caso argumentaram que as dívidas diziam respeito a compra de equipamentos e componentes velocipédicos,  o que encontra explicação no facto de o pai do “capitão” da LA-MSS ser proprietário de uma loja de material velocipédico.

Na sequência da acção policial desencadeada há um ano, a LA-MSS acabou e vários dos seus elementos foram suspensos preventivamente, assim permanecendo até à data. Estão nessa situação os ciclistas Pedro Cardoso, Afonso Azevedo, Cláudio Faria, Tiago Silva e Rogério Batista, o director-desportivo, Manuel Zeferino, o massagista Paulo Silva, o médico, Marcos Maynar, e o presidente do clube e principal patrocinador, Luís Almeida. João Cabreira e Bruno Pires foram os únicos corredores portugueses da equipa que não foram surpreendidos pela acção que envolveu no terreno elementos da Polícia Judiciária e do Conselho Nacional Antidopagem.

Além de várias perícias e diferentes trocas de informação oficial entre os titulares dos processos civil e desportivo, o longo rol de testemunhas indicadas pelas partes envolvidas – só um dos elementos suspensos arrolou cerca de 30 testemunhas – ajudam a compreender a demora.

João Cabreira ilibado pelo Conselho Jurisdicional da Federação

07 Mai 2009 5:12pm

O Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) deu provimento ao recurso do ciclista João Cabreira, livrando-o da suspensão que fora decretada pelo Conselho de Disciplina por alegada utilização de métodos de viciação de análise antidopagem. Desconhece-se o acórdão do órgão de recurso da FPC, sendo apenas do domínio público um curto comunicado federativo enviado à Agência Lusa,  informando que “o Conselho Jurisdicional da UVP/FPC decidiu dar provimento ao recurso apresentado pelo corredor João Cabreira e revogar a decisão recorrida pelo Conselho Disciplinar, absolvendo-se o corredor”.

“Apetece-me dizer tanta coisa… Fico contente por ser reposta a verdade depois de toda a injustiça que foi feita comigo. Espero, finalmente, correr com a camisola de campeão nacional no Grande Prémio de Paredes”, reagiu o ciclista que ainda não estreou em 2009 o símbolo de campeão, pois o campeonato, em virtude de o processo estar a decorrer, ainda não foi homologado.

O presidente da FPC, Artur Lopes, garante que desconhece o acórdão. “Só tomei conhecimento da decisão do Conselho Jurisdicional e não tive acesso ao acórdão. Como se vê, eu não decido nada. Os órgãos da FPC são independentes e tomam as suas deliberações”, frisou o dirigente, citado pela Lusa.

João Cabreira baseou o recurso no facto de ter sido “acusado de utilizar uma substância que não fazia parte das listas de produtos proibidos” e “através de métodos antidoping não homologados pela Agência Mundial Antidopagem”. O Conselho Jurisdicional deu provimento a estas alegações.

Este é o segundo processo, em cerca de meio ano, no qual João Cabreira acaba ilibado pelo Conselho Jurisdicional, depois de previamente ser suspenso pelo Conselho Disciplinar. No anterior caso, o corredor era acusado de fornecer uma morada falsa para escapar a um controlo surpresa. Na altura, aquando da absolvição de Cabreira, o presidente do Conselho Nacional Antidopagem (CNAD) director do Laboratório de Análises e Dopagem, Luís Horta, anunciou a intenção de recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto Agência Mundial Antidopagem.  No processo hoje tornado público também é essa a via que resta ao CNAD se pretender uma revisão da decisão, pois dentro da FPC não há mais hipóteses de recurso.

João Lagos e Federação garantem Volta a Portugal e outras provas da PAD em 2009

21 Abr 2009 4:41pm

A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) e a PAD/João Lagos Sports emitiram esta tarde um comunicado no qual garantem que a Volta a Portugal e as outras corridas sob a alçada da PAD têm realização garantida em 2009, apesar da crise. O texto das duas entidades põe fim ao receio de que as dificuldades financeiras daquela empresa pusessem em causa a Volta a Portugal e outras provas. Aliás, o texto enviado esta tarde à imprensa admite que a FPC já estaria a estudar alternativas para o caso de João Lagos não conseguir cumprir os compromissos assumidos junto da entida que gere o ciclismo em Portugal.

“Na sequência das recentes notícias relacionadas com a possibilidade da Volta a Portugal em Bicicleta 2009 não ser organizada nos mesmos moldes de anos anteriores, a UVP- Federação Portuguesa de Ciclismo e a PAD/João Lagos Sports vêm esclarecer que o quadro de responsabilidades que decorre da organização anual por parte da PAD/João Lagos Sports da Volta a Portugal e de um conjunto de provas que integram o calendário velocipédico nacional, se encontra normalizado, estando assim garantida a normal organização de todas essas provas na actual temporada de 2009″, lê-se na nota.

O texto conjunto admite que o Grupo Lagos Sports está a sofrer consequências da crise económica global e defende que “é de louva” a iniciativa da FPC de ter “um plano b” para o caso de a empresa organizadora não conseguir pôr de pé as corridas que está incumbida de levar a cabo.

Foto: PAD/JLS

Barbot-Siper quer encurtar em um dia o castigo de Sérgio Ribeiro

13 Abr 2009 6:20pm

A equipa Barbot-Siper pediu à Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) que o castigo de dois anos que está a cumprir Sérgio Ribeiro seja reduzido em um dia. O objectivo é permitir ao ciclista a participação no GP Internacional Paredes Rota dos Móveis, o que só será possível se a FPC der como cumprido o castigo a 14 de Maio, um dia antes de terminar a pena e data de arranque da próxima prova por etapas do calendário nacional.

“Já fizemos uma exposição à FPC, pedindo que o castigo seja encurtado em um dia, o suficiente para podermos contar com o Sérgio. Confiamos que assim decidirão porque o que é um dia face a dois anos?”, disse à Agência Lusa o director-desportivo da Barbot-Siper, Carlos Pereira.

Sérgio Ribeiro está suspenso desde Maio de 2007, depois de ter acusado o consumo de EPO, quando corria pelo Benfica. O ciclista foi despedido pela formação encarnada na sequência do “positivo”, ficando desempregado até ao início da presente época, altura em que foi contratado pela Barbot-Siper. O corredor matosinhense, 28 anos, ganhou o ranking nacional em 2006, ano em que competiu pela equipa que agora lhe dá uma nova oportunidade.

João Cabreira diz que vai correr Clássica da Primavera

07 Abr 2009 8:34pm

O ciclista João Cabreira (CC Loulé-Louletano-Aquashow), a contas com um processo disciplinar por alegada prática de viciação de amostra de controlo de dopagem, disse hoje à agência Lusa que vai correr a Clássica da Primavera, no dia 19 de Abril. O corredor foi suspenso por dois anos pelo Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo, mas o recurso que apresentou dessa decisão suspendeu a pena. João Cabreira recorreu para o Conselho Jurisdicional da federação e, enquanto aguarda uma decisão definitiva, pode competir.

O recurso já entrou nos serviços federativos antes da Clássica de Vieira do Minho, pelo que, se a equipa louletana quisesse, Cabreira já poderia ter integrado o pelotão nessa prova, bem como no GP de Llodio e na Volta ao Alentejo. Caso o Conselho Jurisdicional reúna antes da Clássica da Primavera e confirme a suspensão aplicada pelo órgão disciplinar, o poveiro ficará imediatamente impedido de defender o triunfo conquistado na edição transacta da corrida que decorre na sua terra natal. Nesse caso, restar-lh-á recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto, algo que Cabreira anunciou ser sua intenção, no caso de o órgão de recurso da Federação Portuguesa de Ciclismo não lhe dar razão.

O processo disciplinar de que foi alvo o ciclista tem a ver com a alegada utilização de uma protease que danifica as amostras antidopagem. De acordo com explicações dadas à imprensa pelo director do Laboratório de Análises e Dopagem, Luís Horta, João Cabreira utilizou uma substância que, em contacto com a urina, elimina eventuais traços de EPO e de hormona de crescimento. A protease em causa foi detectada pelo laboratório de Colónia, Alemanha, que já confirmou haver outro corredor português que recorreu ao mesmo método, num processo do qual se aguardam desenvolvimentos.

Nota da redacção:
A redacção do Jornal Ciclismo agradece os esclarecimentos sobre o artigo 8º do Regulamento do Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo. As precisões tidas em conta dos diversos intervenientes no caso vêm corrigir um lapso involuntário provocado por dois motivos: 1) uma informação errada que dava como certo o levantamento da suspensão antes da Clássica de Vieira do Minho; 2) uma leitura errada do regulamento que corroborou a informação errada em que se baseava esse trecho da notícia (acima rasurado). De facto, a informação fornecida pelo próprio João Cabreira e pela sua advogada após a publicação deste artigo precisam que o atleta não poderia ter competido na Clássica de Vieira do Minho, no GP de Llodio e na Volta ao Alentejo.