Artigos com a tag ‘Daniel Freitas’

Daniel Freitas suspenso 16 meses

01 Jun 2010 10:38am

O Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo suspendeu Daniel Freitas por 16 meses, dando como provado que o corredor tomou morfina para eliminar as dores do esforço e, assim, aumentar o rendimento desportivo, revela o jornal A Bola. O ciclista acusou aquela substância em dois controlos, durante a Volta a Portugal de Juniores de 2009, competição que venceu e que, na sequência da decisão disciplinar, perde para Rafael Reis.

Aos 16 meses de castigo serão descontados os oito meses de inactividade a que se sujeitou Daniel Freitas, que nunca esteve suspenso preventivamente. Deste modo, o corredor poderá voltar a competir no início da temporada de 2011. Freitas esteve ausente da estrada desde Setembro do ano passado até ao último fim-de-semana, quando se estreou pela nova equipa, Maia/Bike Team, na Volta a Lugo, realizada na Galiza.

O caso de Daniel Freitas teve um desfecho diferente do de João Pinto, que também corria pela Silva & Vinha/ADRAP e que também acusou a presença de morfina no organismo, embora na Volta a Portugal de Cadetes. João Pinto acabou por ser ilibado, já que a quantidade da substância não permitiu uma conclusão científica. Ou seja, tanto poderia ter surgido pela ingestão de comprimidos de codeína, que o organismo transformaria em morfina, ou pela administração directa de morfina. Em caso de dúvida, prevaleceu a presunção de inocência. No caso de Freitas, a concentra

Confrontado pelo jornal A Bola com a decisão disciplinar, Daniel Freitas afirma-se inocente: “Tenho consciência de que, voluntariamente, não me dopei. Quero ser corredor e, por isso, vou continuar a treinar. Quero voltar de cabeça levantada quando o castigo terminar”, afirma o ciclista, que, além da suspensão, foi condenado a pagar uma multa de 311,75 euros.

Daniel Freitas regressa hoje à competição

28 Mai 2010 12:43pm

Daniel Freitas regressa hoje à competição, representando a Maia/Bike Team na Volta a Lugo, que se disputa na Galiza até domingo. O corredor está afastado das estradas desde que se conheceu o duplo positivo por morfina na Volta a Portugal de juniores do ano passado, corrida ganha por Freitas. Apesar de se encontrar sob inquérito disciplinar, o ciclista nunca esteve oficialmente suspenso, pelo que poderia ter corrido desde o começo da presente temporada, caso tivesse equipa e quisesse competir.

O Jornal Ciclismo sabe que o desfecho do processo disciplinar está por horas ou por dias. No caso de a decisão do Conselho Disciplinar passar pela suspensão, os meses que Daniel Freitas esteve afastado da competição, mesmo que não estivesse oficialmente suspenso, deverão contar para abater à pena.

Daniel Freitas foi o segundo corredor da Silva & Vinha/ADRAP a quem foi detectada a presença de morfina em controlos antidopagem. O outro elemento a quem isso sucedeu foi João Pinto, que acabaria por ser ilibado. Nesse caso, não se conseguiu reunir prova científica de que o jovem tenha consumido morfina, havendo a possibilidade de o metabolito dessa substância ter sido sintetizado pelo organismo, devido ao consumo de codeína.

O caso de Freitas tem especificidades distintas, que levaram a um protelamento da decisão disciplinar.

Não se pode encerrar o caso da codeína como se nada fosse [Opinião]

27 Fev 2010 12:00pm

O cadete João Pinto e o júnior Daniel Freitas acusaram morfina nos controlos antidopagem a que foram sujeitos durante as Voltas a Portugal dos respectivos escalões. O dr. Luís Horta, principal rosto da luta antidopagem em Portugal, esclarece, em declarações ao Jornal Ciclismo, que a morfina pode formar-se no organismo através da metabolização de outra substância, a codeína. A morfina tem uso interdito no desporto, a codeína não faz parte da lista de substâncias proibidas. Não havendo provas de que o resultado dos testes antidopagem resultaram do consumo de morfina e não apenas da metabolização da codeína, os dois corredores deverão ser ilibados – João Pinto já o foi. Estes são os factos, mas importa deles extrair algumas conclusões.

A primeira de todas é a de que não faz sentido dizer que o dr. Luís Horta está a defender os corredores. Quem está atento às questões da dopagem sabe que o presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal tem mão dura contra todos os prevaricadores. Mais: não faria sentido que um cientista reputado, como é o caso, viesse a público dizer que, em tese – nunca fala no caso concreto dos dois jovens corredores – é possível que a morfina encontrada na urina tenha resultado do consumo de codeína. Portanto, a primeira conclusão diz-nos que o dr. Luís Horta cumpriu escrupulosamente os seus deveres, não protegendo da lei os dois corredores.

A segunda conclusão a retirar é sobre o comportamento da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) nesta matéria. Ao contrário da maior parte das congéneres de outras modalidades, a entidade que gere o ciclismo em Portugal tem assumido de peito aberto o combate à dopagem. Merece, por isso, aplausos. Sem provas em contrário, não podemos dizer que a FPC decidiu fechar os olhos e beneficiar João Pinto e Daniel Freitas. Temos de acreditar na boa-fé das decisões e, portanto, aceitar que a ilibação resulta dos pareceres científicos sobre a matéria.

Em suma, crendo na boa-fé de todos, não houve favorecimento e tudo não passou de um mal-entendido, pois, afinal, não foram violados os regulamentos antidopagem. Fecham-se os processos disciplinares e assunto encerrado. Certo? Não. Errado. Este parece ser o caminho que a FPC se prepara para seguir, mas não me parece que seja a forma mais correcta de lidar com o problema.

Admitindo que João Pinto e Daniel Freitas ingeriram codeína, que é uma substância legal, temos, por si só, um grave problema. Ainda que pouco potente, a codeína é um opiáceo, da família da morfina e da heroína. Ainda que a coberto dos regulamentos antidopagem, é admissível que seja administrado um opiáceo a pelo menos dois adolescentes? Quem foi o responsável por essa administração e que doses foram consumidas pelos jovens corredores? São questões em aberto que, através da diplomacia do relacionamento entre a FPC e o clube dos atletas, têm de ser esclarecidas. Já o foram? Há movimentações nesse sentido? Não sabemos, da FPC não transpirou nada nesse sentido, o que é, no mínimo, um erro de comunicação.

Este caso exige que se vá para lá da mera gestão burocrática dos processos disciplinares. Quem deu opiáceos – que provocam risco de morte, como afirma o dr. Luís Horta ao Jornal Ciclismo – a dois adolescentes não pode continuar na modalidade. Tem, no mínimo, de ser convidado pela FPC a afastar-se do ciclismo de formação. É impensável que tudo continue como se nada fosse. Afinal de contas, quantos corredores, a nível mundial, já morreram vítimas da adicção às drogas? Sem puxar muito pela memória, lembro-me de três: Marco Pantani, José Maria Jiménez e Frank Vandenbroucke. Podem perfeitamente ter começado a escalada das drogas por opiáceos legais e pouco potentes…

Codeína pode ter estado na base da “morfina” de Pinto e Freitas

26 Fev 2010 2:29pm

O presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), Luís Horta, explica que o cadete João Pinto e o júnior Daniel Freitas podem, de facto, ter acusado morfina sem que tenham usado aquela substância. Em declarações ao Jornal Ciclismo, o rosto da luta antidopagem em Portugal afirma que “a codeína pode ser metabolizada em morfina. São dois analgésicos narcóticos, isto é, substâncias que aumentam o limiar da dor e que, por isso, são utilizadas quando se requer uma analgesia rápida e potente. A morfina, assim como uma série de outros analgésicos narcóticos constam da Secção S.7 Narcóticos da Lista de Substâncias e Métodos Proibidos. A codeína, por ser um narcótico menos potente, não integra essa secção”, frisa o médico.

Apesar de ser menos forte, a utilização da codeína acarreta riscos graves para a saúde e até para a vida dos atletas, pelo que não pode ser administrada sem acompanhamento médico. “A codeína só pode ser adquirida através de prescrição médica e, por isso, obedecendo a critérios clínicos muito bem definidos. A sua utilização não terapêutica ou em doses supra-terapêuticas pode representar um risco para a saúde dos praticantes desportivos devido ao facto de mascarar as sensações de fadiga e os sinais anunciadores de desidratação, fazendo com que o praticante desportivo ultrapasse os seus limites fisiológicos, podendo inclusivamente pôr a sua vida em risco”, alerta o presidente da ADoP.

Os estudos que revelam a possibilidade de a codeína ser transformada organicamente em morfina vão mais longe, oferecendo outros dados que, em caso de dúvida, ajudam as autoridades competentes a desvendarem possíveis casos de falsos positivos. “Estes estudos demonstram que nas primeiras horas de excreção urinária após a administração de codeína, os valores de codeína são sempre superiores aos valores de morfina, levando a que a razão morfina/codeína seja inferior a 1. A decisão de cada caso deve, assim, levar em consideração não só os valores de codeína e morfina detectados, mas também os valores da referida razão e a sua conjugação com a dose de codeína que eventualmente foi administrada. Para a interpretação correcta dos resultados torna-se fundamental que o praticante desportivo tenha declarado, no momento do controlo de dopagem, a administração de codeína e, preferencialmente, a respectiva dose”, sublinha o responsável.

As declarações de Luís Horta ao Jornal Ciclismo ajudam a compreender a situação de João Pinto e Daniel Freitas em termos teóricos, uma vez que o médico nunca se refere ao caso específico destes dois ciclistas, que acusaram morfina nas Voltas a Portugal de cadetes e de juniores. Tendo em conta que João Pinto foi ilibado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Ciclismo, presume-se que o corredor tenha revelado que ingeriu codeína e em que dosagem, de modo a que a decisão final tenha contemplado esse facto no estudo da relação codeína/morfina encontrada na urina do corredor.

Apesar de João Pinto ter já sido ilibado, Daniel Freitas aguarda uma decisão final acerca do seu caso pessoal.

João Pinto ilibado, Daniel Freitas à espera de decisão

25 Fev 2010 12:43pm

O Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo ilibou o cadete João Pinto, não dando como provado que o resultado antidopagem positivo por morfina se deveu ao consumo daquela substância narcótica. A decisão faz com que o corredor da ADRAP se mantenha como vencedor da Volta a Portugal de Cadetes. Daniel Freitas, júnior da mesma equipa, acusou morfina em dois controlos, durante a Volta a Portugal do seu escalão e está também sob alçada disciplinar. No entanto, tendo em conta o desfecho do caso envolvendo o companheiro de equipa, é crível que seja ilibado.

O jornal A Bola adianta que as autoridades desportivas e científicas não têm a certeza de que houve consumo de morfina, admitindo que a metabolização pelo organismo dos corredores de diferentes substâncias legais possa ter originado o metabolito da morfina.

O mesmo jornal noticia que há três veteranos suspensos por infracções aos regulamentos antidopagem. Tito Timóteo, reincidente, foi banido por três anos. Salvador Pereira está de fora por 14 meses e Albino Mota foi suspenso por 15 meses.

Vencedores das Voltas de juniores e de cadetes acusam doping

25 Set 2009 10:12am

Uma semana depois do desaparecimento da Liberty Seguros, o ciclismo português acorda sobressaltado por novo caso de dopagem. Os vencedores da Volta a Portugal de Juniores e da Volta a Portugal de Cadetes, Daniel Freitas e João Pinto, ambos da Silva & Vinha/ADRAP, acusaram positivo nessas corridas e enfrentam uma suspensão. A informação é avançada pelo jornal A Bola e acrescenta que também na Volta a Portugal Master há dois casos de presumível dopagem, embora estes ainda careçam de confirmação em contra-análise.

No caso dos jovens corredores, apesar de o processo não estar ainda fechado pelo Conselho de Disciplina, não se sabendo quais as substâncias encontradas e qual a penalização prevista, já há resultados da contra-análise, que confirmaram o positivo. Em declarações a A Bola, Joaquim Ferreira, responsável pela ADRAP diz-se incrédulo com a situação, sobretudo porque “os valores e as substâncias envolvidas são de sofisticação laboratorial e de nível sénior”. O mesmo responsável afirma que não põe “as mãos no fogo por ninguém. Não sei o que fazem fora dos treinos”, declara. Joaquim Ferreira conta ainda que os pais dos corredores não acreditam na culpabilidade dos filhos, ponderando a apresentação de uma queixa na Polícia Judiciária.

Como a contra-análise confirmou estas situações, Daniel Freitas e João Pinto irão ser desclassificados. O vencedor da corrida de juniores passará a ser Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça). A Volta de Cadetes vai para o palmarés de Luís Gomes, colega de equipa de João Pinto na Silva & Vinha/ADRAP.

(em actualização)

Daniel Freitas quinto no Campeonato do Mundo

09 Ago 2009 11:49pm

O português Daniel Freitas conseguiu neste domingo o quinto lugar no Campeonato do Mundo de juniores, disputado em redor de Moscovo, Rússia. O vencedor da Volta a Portugal e da Taça de juniores foi o melhor elemento nacional na prova de fundo, ganha pelo belga Jasper Stuyven, que teve no pódio a companhia de Arnaud Demare (França) e Marco Haller (Áustria). O vencedor gastou 3h25m28s para completar a prova, à média de 39,422 km/h. Daniel Freitas foi o único luso a fazer o mesmo tempo.  “O quinto lugar é um resultado positivo, mas sabe a pouco para uma equipa que, contra selecções mais numerosas, esteve presente nos momentos decisivos. É um resultado honroso e que dignifica a nossa participação. O objectivo era o pódio”, realçou José Poeira, seleccionador nacional.

Portugal esteve ainda representado na prova de 135 quilómetros por Bruno Borges (40º, a 24s), Hélder Ferreira (46º, a 24s) e Rafael Reis (75º, a 7m39s).

Quarteto luso no Mundial de juniores

04 Ago 2009 10:42am

O seleccionador nacional, José Poeira, convocou quatro corredores para vestirem as cores nacionais no Campeonato do Mundo de juniores, que se realiza em Moscovo, Rússia, no próximo fim-de-semana. Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP), Hélder Ferreira (CC Barcelos/AFF Electrodomésticos) e Bruno Borges (LA Sistemas/Trevomar) estarão presentes nos 135 quilómetros da prova de fundo, a correr na tarde domingo, 9 de Agosto. Rafael Reis medirá ainda forças com os outros especialistas em contra-relógio, na sexta-feira anterior.

Vencedores das “Voltas” lideram rankings jovens

04 Ago 2009 10:22am

Os vencedores das Voltas a Portugal do Futuro, de Juniores e de Cadetes são os líderes dos respectivos rankings nacionais. Em sub-23, Marco Cunha, da Aluvia/Valongo, está na dianteira, tendo no encalço o companheiro de equipa Carlos Baltazar e, na terceira posição, o anterior líder do Ranking instituído pela Federação Portuguesa de Ciclismo, Marco Coelho (SM Feira/E. Leclerc/Moreira Congelados). A Aluvia/Valongo lidera por equipas, em igualdade pontual com o SM Feira/E. Leclerc/Moreira Congelados.

O júnior Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP) domina o escalão, tendo atrás de si dois juniores de primeiro ano, Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça) e Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde). O Crédito Agrícola/Alcobaça comanda a tabela colectiva. Em cadetes, a liderança pertence a João Pinto (Silva & Vinha/ADRAP). O segundo é José Gonçalves (CC Barcelos/AFF Electrodomésticos) e o terceiro Luís Sousa (Pato Cycle/Jaba/Arca de Noé). O ranking colectivo é encimado pela Silva & Vinha/ADRAP.

Leonel Coutinho ganha última etapa e Daniel Freitas a Volta

19 Jul 2009 12:39pm

Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP) festejou a vitória na quarta edição da Volta a Portugal de Juniores, depois de disputada a última etapa, 88,1 quilómetros entre Vila do Conde e Guilhabreu, ganha por Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde). A derradeira tirada não foi um passeio de consagração, havendo vários ataques de alguns dos melhores elementos do pelotão, que tentaram roubar a camisola amarela a Daniel Freitas. Um dos mais activos foi o transmontano Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde), que depois de andar escapado ainda reservou energias para erguer os braços junto à sede do patrocinador da equipa vilacondense.

As contagens de montanha do percurso permitiram um endurecimento da corrida, que fragmentou o pelotão e potenciou as escaramuças, nas quais estiveram envolvidos, além de Coutinho, corredores como Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), Bruno Borges (LA Sistemas/Trevomar) e Hélder Ferreira (CC Barcelos/AFF Electrodomésticos). Daniel Freitas e a sua equipa conseguiram responder a todos os ataques e foi um grupo numeroso, embora “cortado”, envolvendo todos os favoritos, que entrou na recta da meta.

Depois de uma jornada de intenso trabalho e esforço nas fugas, Leonel Coutinho ainda teve arte e engenho para ser o mais veloz no sprint, à porta do patrocinador principal da equipa e da Volta a Portugal de Juniores. Daniel Freitas, lamentando uma saída da corrente, fez o segundo lugar na tirada e selou a vitória final. Na geral, Rafael Reis foi o segundo e Bruno Borges o terceiro.

CLASSIFICAÇÕES
4ª ETAPA: Vila do Conde – Guilhabreu, 88,1 km
Média de 37,253 km/h
1º Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde), 2h21m54s
2º Daniel Freitas (Silva&Vinha/ADRAP), mt
3º Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), mt
4º Bruno Borges (LA Sistemas/Trevomar), a 3s
5º David Rodrigues (ASC-Vila do Conde), mt
6º Fábio Oliveira (Neves/Vauner/Ramalde), mt
7º Ricardo Ferreira (Silva & Vinha/ADRAP), a 13s
8º Renato Avelar (ACD Milharado/Intermarché Mafra), a 16s
9º Hélder Ferreira (CC Barcelos – AFF Electrodomésticos), mt
10º Flávio Cipriano (ASC-Vila do Conde), a 20s

Geral individual
1º Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP), 9h01m53s
2º Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), a 40s
3º Bruno Borges (LA Sistemas/Trevomar), a 50s
4º Renato Avelar (ACD Milharado/Intermarché), a 4m07s
5º Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde), a 4m57s
6º Samuel Magalhães (Vulcal/Implenitus/CC Centro), a 5m20s
7º Hélder Ferreira (CC Barcelos – AFF Electrodomésticos), a 5m53s
8º Vítor Valinho (CC José Maria Nicolau), a 6m03s
9º David Rodrigues (ASC – Vila do Conde), a 6m15s
10º Flávio Cipriano (ASC-Vila do Conde), a 7m46s

Geral Colectiva
1º ASC – Vila do Conde, 27h24m34s
2º Silva & Vinha/ADRAP, a 8m58s
3º Crédito Agrícola/Alcobaça-Cycles Oliveira/Esposende,  a 11m51s

Geral Pontos
1º Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP), 55 pontos
2º Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), 44
3º Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde), 42

Geral Montanha
1º Rafael Reis (Crédito Agrícola/Alcobaça), 28 pontos
2º David Rodrigues (ASC-Vila do Conde), 20
3º Hélder Ferreira (CC Barcelos/AFF Electrodomésticos), 18

Geral Metas Volantes
1º Vítor Lopes (ACD Milharado/Intermarché Mafra), 8 pontos
2º Leonel Coutinho (ASC-Vila do Conde), 7
3º Daniel Freitas (Silva & Vinha/ADRAP), 3