Artur Moreira Lopes foi hoje reeleito Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. O dirigente, no cardo de 1993, vai cumprir o último mandato, que termina no final de 2012. Artur Lopes recolheu 92,3 por cento dos votos expressos, percentagem igual à que foi obtida pelas candidaturas à Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Disciplina e Conselho de Arbitragem. A candidatura ao Conselho Fiscal recolheu 96 por cento das preferências. Menos popular foi a candidatura ao Conselho de Justiça, integrada por elementos indicados pela Associação de Ciclismo do Minho, que se ficou pelos 65 por cento.
As eleições realizaram-se no âmbito da adaptação dos Estatutos da FPC ao Regime Jurídico das Federações Desportivas e foram as primeiras em que o direito de voto foi exercido por delegados e não pelas Associações. Dos 66 delegados inscritos, votaram 26, uma taxa de participação de 39,4 por cento.
Órgãos eleitos
Presidente
Artur Manuel Moreira Lopes
Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Francisco Manuel Fernandes
Vice-presidente: Alfredo Falamino Barroso
Secretária: Clarisse Isabel Ganhão Castanheiro
Suplente: Rogério Manuel Mateus Pires
Suplente: Armindo Jorge Vida Leal Nunes
Conselho Fiscal
Presidente: Luís Filipe Caleia Rodrigues
Vogal: Vítor Manuel Bretes Victor
Vogal: João Paulo Gomes de Azevedo Rodrigues
Suplente: José dos Santos Martins
Suplente: José Martins Nicolau
Conselho de Disciplina
Presidente: José Maria Cabral Arrais de Melo e Castro
Vogal: Hugo Filipe da Silva Henriques Dias
Vogal: André Gaspar Martins
Suplente: Vítor Manuel Almeida Gonçalves
Suplente: Rui Pereira dos Santos Simão
Conselho de Justiça
Presidente: Paulo Jorge Osório Mendes
Vogal: Rui Miguel de Meria Barreira
Vogal: Ângela Ivone Rodrigues Oliveira
Suplente: Carlos Fernando Pedrosa Fernandes
Suplente: Artur Luís Valentim Dias
Conselho de Arbitragem
Presidente: Henrique Ventura Correia de Castro
Vogal: José Diogo Calado
Vogal: Vasco Gonçalves de Oliveira Santos
Vogal: António Martins Couto
Vogal: Fernando Gonçalves Gomes
Suplente: Jorge Manuel Serralheiro Marques
Suplente: José Manuel Valentim Filipe
Depois de Manuel Cardoso ter dado nas vistas pelo azar que o levou à desistência e de Rui Costa se ter feito notar pela cena de pugilato com o espanhol Carlos Barredo, hoje foi a vez de Sérgio Paulinho (RadioShack) chamar de novo a atenção dos que seguem a Volta a França para o ciclismo português. Deste feita por bons motivos. O medalhado olímpico ganhou a décima etapa do Tour, conquistando para Portugal um triunfo que escapava há 21 anos, quando Acácio da Silva venceu a primeira etapa da competição e vestiu a camisola amarela durante três dias.
Mais habituado à penumbra do trabalho colectivo do que aos holofotes da fama individual, a vitória de Sérgio Paulinho começou… numa movimentação em prol da equipa. “O objectivo para a etapa era ter atenção às fugas em que estivessem representadas equipas próximas de nós na classificação colectiva”, explicou o ciclista que entrou na escapada para marcar o bielorrusso Vasili Kiryienka (Caisse D’Epargne).
Depois de estar na fuga certa e com o pelotão longe, o português começou a pensar um pouco em si. “Arranquei numa altura em que a corrida vinha lançada, com muitos ataques no grupo. Sentia-me bem e tentei a minha sorte porque quanto menos adversários estivessem no final melhor. Sabia que era mais forte que o Kiriyenka e esperei pelo último momento para sprintar”, afirmou o natural de Manique, Cascais, que hoje conseguiu a décima vitória portuguesa em etapas do Tour.
A liberdade que hoje teve para se mostrar, deverá ser trocada nas próximas etapas pelo costumeiro trabalho “invisível”. É essa a expectativa de Sérgio Paulinho, cujo discurso privilegia o colectivo: “O ambiente na equipa é muito bom. Todos estamos motivados para tentar levar o Levi Leipheimer à vitória. Tudo faremos para que esteja no pódio em Paris”, avisa o vencedor de hoje.
Artur Lopes: “Já nos habituou a grandes momentos”
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, reagiu com felicidade à vitória alcançada por Sérgio Paulinho, “um corredor que já nos habituou a estes grandes momentos”, frisou o dirigente, em declarações à RTPN.
Lembrando a importância da Volta a França como evento com implantação global, Artur Lopes afirmou-se emocionado com o impacto do sucesso de Paulinho para o país e para o ciclismo nacional: “Neste momento, fala-se de Portugal em todo o mundo. Isto tem muita importância e deixa-nos sensibilizados e até emocionados, dando-nos mais motivação e força para continuarmos a lutar por esta modalidade”.
Sérgio Paulinho já não era virgem na conquista de feitos de relevo internacional, pois tem no palmarés a medalha de prata na prova de fundo dos Jogos Olímpicos de 2004 e a vitória na décima etapa da Volta a Espanha de 2006.
Foto: ASO
A decisão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) de suspender João Cabreira por dois anos tem outra punição acessória: todos os resultados conseguidos pelo corredor desde a data do controlo antidopagem em causa – Maio de 2008 – até à actualidade serão anulados. Ficam sem efeito as vitórias no campeonato nacional de fundo em 2008, assim como as etapas no Troféu Joaquim Agostinho e na Volta a Portugal em 2009. Portugal fica sem campeão nacional em 2008, uma vez que o segundo classificado, Tiago Machado, não foi submetido a controlo antidopagem, pelo que não será atribuído o título.
Os dois anos de suspensão a que João Cabreira foi condenado pelo TAD terão um abatimento, relativo ao período em que o corredor esteve suspenso por decisão do Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC). “A decisão do TAD significa que o Conselho Disciplinar tinha razão e que o Conselho de Justiça esteve mal na sua decisão de ilibar o senhor João Cabreira, pois o que estava em causa não era tomar uma substância proibida, mas ludibriar um controlo, acto que não tem de ser físico, pode ser químico como agora o TAD vem dizer”, frisa o presidente da FPC, Artur Lopes, respondendo ao repto do Jornal Ciclismo para comentar a decisão.
Por norma, em caso de violação dos regulamentos antidopagem, os corredores são desclassificados de todas as provas em que participam entre a data do controlo e a decisão final de suspensão. A FPC prepara-se para aplicar esta regra, retirando as vitórias entretanto conseguidas pelo ciclista. No entanto, João Cabreira não concorda com esta leitura. Em telefonema feito ao Jornal Ciclismo, o corredor mostra-se convicto de que vai manter os resultados conseguidos depois do controlo que resultou na suspensão hoje decidida pelo TAD.
O vice-campeão mundial de contra-relógio no escalão de sub-23, Nelson Oliveira, é homenageado esta tarde para Câmara Municipal da Anadia, concelho de onde é natural. Numa terra com grande tradição velocipédica, este acto tem um significado particular, não só para a Anadia como para o mundo do ciclismo. “É com grande orgulho e satisfação que nos associamos a esta homenagem a um corredor de grande futuro. É um acto importante, porque homenageia o atleta mas também a própria modalidade”, afirma o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, um dos convidados oficiais.
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, foi reconduzido na vice-presidência da União Ciclista Internacional (UCI), entidade que continua presidida por Pat McQuaid. O dirigente português foi o único dos vice-presidentes que transitaram do anterior para o actual mandato de quatro anos na UCI. O irlandês mantém a liderança da UCI e, além de Lopes, terá como vice-presidentes o italiano Renato di Rocco e o coreano Hee Wook Cho.
“Esta medalha quer dizer que a formação, a selecção e os responsáveis da FPC estão a desenvolver a modalidade e que temos jovens com grande valor. O Nelson (Oliveira) é um grande corredor, eu tinha grandes esperanças nele para o contra-relógio e para a prova de fundo, que ele também vai fazer e bem, apesar de não ser bem ao seu jeito”, referiu Artur Lopes, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, citado pela Lusa.
O Nelson ainda tem mais anos nesta categoria, estou certo que para o ano estará na luta outra vez e ainda melhor”, afirmou o dirigente, que soube da notícia pelo telemóvel em virtude de estar numa reunião do Comité Director da UCI aquando da histórica conquistas. Num momento de “grande felicidade para o ciclismo português”, Artur Lopes classificou a medalha de Oliveira como “resposta a todos os desgostos”, tendo na ideia o recente caso de controlo anti-dopagem de Nuno Ribeiro, Hector Guerra e Isidro Nozal, ciclistas da Liberty Seguros, equipa que cessou a sua actividade.
O Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo avalia que ainda é cedo para “avaliar as repercussões” dos três casos positivos na Liberty Seguros mas afiança que o sucedido é “como uma pedra grande a cair num charco: as pessoas que estão ao lado salpicam-se”, afirmou à agência Lusa.
Artur Lopes garante que irá manter o rigor na “defesa da saúde dos atletas e da verdade desportiva”, antevendo que “2010 será um ano muito difícil”. O dirigente federativo crê, contudo, na “capacidade regeneradora da modalidade”. Apesar do “auto-flagelo difícil de compreender e de explicar”, acrescenta.
“É um patrocinador forte que se perde e isso, só por si, já é negativo. E a perda de uma equipa profissional, bem organizada e com capacidade, talvez a melhor do pelotão nacional, ainda é mais. Logicamente, vai reflectir-se no ciclismo”.
Artur Lopes permanece contido nas declarações à comunicação social na sequência do caso Liberty Seguros que envolveu, com amostras positivas a CERA (EPO de efeito prolongado), Nuno Ribeiro, Hector Guerra e Isidro Nozal. O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo evitou comentar publicamente o assunto na sua forma oficiosa mas depois de União Ciclista Internacional (UCI) denunciar os casos na sua página oficial avaliou à Agência Lusa que estes casos “são como uma pedra grande a cair num charco: as pessoas que estão ao lado salpicam-se”.
O dirigente federativo crê, contudo, na “capacidade regeneradora da modalidade”. Apesar do “auto-flagelo difícil de compreender e de explicar”, acrescenta.
“Vamos ter capacidade para sair por cima, a Volta, que em 2009 foi um tremendo êxito, no próximo ano, vai diminuir de categoria, a pedido do organizador, e isso vai permitir outro tipo de participações, que terão de ser acertadas após o congresso da UCI (União Ciclista Internacional”, frisou o presidente da FPC, garantindo manter o rigor na “defesa da saúde dos atletas e da verdade desportiva”.
“Ainda é muito complicado avaliar as repercussões” da detecção de CERA (EPO de acção prolongada) nas análises dos três corredores, mas adverte que o ciclismo poderá passar por sérias dificuldades a curto prazo.
“É um patrocinador forte que se perde e isso, só por si, já é negativo. E a perda de uma equipa profissional, bem organizada e com capacidade, talvez a melhor do pelotão nacional, ainda é mais. Logicamente, vai reflectir-se no ciclismo, nos organizadores e nas equipas, que, quando pedirem apoios, vão ouvir muita vez a justificação de que há muitos problemas na modalidade”, explicou Artur Lopes. “2010 será um ano muito difícil”, afiança.
Foi Alves Barbosa, ciclista que brilhou nas estradas e nas pistas com a camisola do Sangalhos, o primeiro a desfilar no Velódromo Nacional – Centro de Alto Rendimento, infra-estrutura hoje inaugurada em Sangalhos, concelho da Anadia. O campeoníssimo foi apenas uma das estrelas presentes na cerimónia, umas com roupa de licra e outras de fato e gravata. Numa sessão dirigida pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, intervieram os presidentes da União Ciclista Internacional, Pat McQuaid, da Federação Portuguesa de Ciclismo, Artur Lopes, e da Real Federação Espanhola de Ciclismo, Carlos Castaño.
“O Centro de Alto Rendimento é que o precisamos para dar o salto rumo à excelência. Há que entender o ciclismo de forma plural e a vertente de pista é importantíssima em competições internacionais”, afirmou Artur Lopes. Pat McQuaid considerou o velódromo “uma oportunidade para treinar e preparar toda uma nova série de corredores. Portugal tem capacidade para trabalhar a pista e ser uma potência da modalidade a médio prazo. Não há milagres por trás de cada medalha está trabalho duro, atenção ao detalhe e ciência do desporto. Estamos a mudar a cultura do ciclismo a nível internacional e este velódromo adequa-se ao projecto do novo ciclismo”. Carlos Castaño aproveitou a ocasião para recordar o esforço recente das duas federações ibéricas para o fortalecimento dos laços de amizade e de parcerias.
A estreia competitiva do Velódromo faz-se neste fim-de-semana. No sábado e no domingo realiza-se ali a I Taça Ibérica de Pista. Os espanhóis são favoritos, até porque se apresentam com alguns medalhados em competições olímpicas e em mundiais, enquanto os portugueses estarão a dar as primeiras pedaladas nesta vertente do ciclismo.
O presidente do Grupo de Trabalho que estuda a proposta de lei que estabelece o novo regime jurídico da luta contra a dopagem no desporto considerou hoje que Portugal está na vanguarda do combate ao doping, com uma das legislações mais modernas.
“Todos somos poucos para o combate ao doping. Na luta contra os batoteiros não se pode dar tréguas. Portugal tem uma legislação moderna e tem estado sempre na vanguarda da luta contra a dopagem”, disse Hermínio Loureiro.
O deputado do PSD, e também presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, falava após a audição parlamentar da proposta de lei, já aprovada na generalidade, onde os vários representantes do movimento desportivo presentes deram os seus contributos, que vão ser agora analisados pelo grupo de trabalho.
Hermínio Loureiro considera que na audição o grupo foi confrontado com um “conjunto significativo” de questões que necessitam de ser “esclarecidas e trabalhadas” em sede de comissão parlamentar e do próprio grupo de trabalho.
Questões essas que têm a ver, nomeadamente, com a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), em relação à privacidade dos atletas e que tem levantado a discussão.
Por um lado, Luís Silveira, da CNPD, considera que levanta “fortes objecções em termos de dados pessoais”, por outro, os presidentes das federações portuguesas de ciclismo e atletismo, Artur Lopes e Fernando Mota, respectivamente, contrapõem que os controlos antidoping fora de competição “são fundamentais” e “essenciais” na luta contra o fenómeno.
“Não é ir contra a vida privada de um atleta saber onde ele está a treinar duas a três horas num dia”, recordou Artur Lopes.
Hermínio Loureiro lembrou ainda as questões de constitucionalidade levantadas na audição pelo presidente do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, Joaquim Evangelista, além da questão relacionada com a avocação dos processos disciplinares por parte da ADoP (Autoridade Antidopagem de Portugal), considerando que pode haver “algum conflito”.
A questão foi suscitada por João Leal, responsável pelo gabinete jurídico da Federação Portuguesa de Futebol, que vê na proposta de lei “uma ingerência do Estado na administração pública desportiva e justiça desportiva” no caso dos processos disciplinares.
Hermínio Loureiro sublinhou ainda que ficou patente na audição que o movimento desportivo está unido na luta pela “tolerância zero” do doping no desporto.
“Tratámos de auscultar o movimento associativo, que apresentou sugestões, críticas e dúvidas, deixando contributos preciosos de quem no terreno sente as dificuldades”, explicou.
Hermínio Loureiro considerou ainda como questão “muito relevante” a prevenção e o trabalho que a educação pode ter no processo de luta contra o doping.
“As próprias federações têm responsabilidade na elaboração de planos de promoção dos valores da ética, respeito e fair-play, que é uma matéria muito sensível. Temos de ter uma atitude de alerta para os malefícios e também para a batotice que por via de substâncias dopantes alterar comportamentos”, avançou.
Para o responsável, há que ter uma “atitude preventiva e só depois punitiva”.
Se os prazos se mantiverem, a proposta de lei nº238/X irá a discussão na especialidade a 07 de Abril, depois de na próxima semana, a 24, o grupo de trabalho terminar a proposta após ouvidas as propostas dos diversos grupos parlamentares e do movimento associativo.
O documento pretende incorporar na lei “o que está previsto no Código Mundial Antidopagem, aprovado em 2003 e revisto em 2007, e vai ao encontro da Lei de Bases da Actividade Física e do Desporto.
Vicente Moura foi hoje reeleito presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) encabeçando uma lista única que recebeu 122 votos a favor e 8 nulos.Aos 71 anos, Vicente Moura, que preside ao COP desde 1997, foi reconduzido para um quarto mandato consecutivo válido até ao final do corrente ciclo olímpico, em 2012. A lista única de Vicente Moura contou com votros favoráveis de 26 das 27 federações que participaram no ciclo eleitoral. Artur Lopes, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo foi reconduzido na comissão executiva do COP, ocupando o cargo de vice-presidente. A cerimónia de tomada de posse está agendada para 10 de Março.
Comissão executiva
Presidente: José Vicente Moura.
Vice-Presidente: Artur Manuel Moreira Lopes (ciclismo).
Vice-Presidente: Mário Rui Tavares Saldanha (basquetebol).
Vice-Presidente: Vicente Henrique Gonçalves de Araújo (voleibol).
Vice-Presidente: Manuel da Silva Brito (antigo presidente IDP).
Vice-Presidente: Carlos Alberto de Sousa Lopes (campeão olímpico).
Secretário-Geral: Manuel José Marques da Silva (estrutura do COP).
Tesoureiro: João José Areias Barbosa Matos (badminton).
Vogal: António Nogueira Lopes Aleixo (judo).
Vogal: Paulo José Frischknecht (natação).
Vogal: José Luís Moreira Ferreira (triatlo).
Vogal: Mário Miguel Oliveira Marques Santos (canoagem).
Vogal: Maria Angélica Esteves Salgado Paula Santos (ginástica).
Vogal: José Pedro Sarmento Rebocho Lopes (hóquei em campo).
Vogal: Sandra Sofia Valente Monteiro (basebol e softbal).
CONSELHO FISCAL:
Presidente: António Magalhães Barros Feu.
Secretário: Rui Miguel Nascimento Coelho.
Relator: João Joaquim Salgado da Silva
Fonte: LUSA