
Um dos modelos whizzinator | Foto: DR
Os donos de uma empresa que vendia pénis artificiais pela internet destinados a ludibriar os controlos anti-doping e de estupefacientes admitiram a culpabilidade no caso que está a ser julgado em Pittsburgh, na Pensilvânia, adiantou o Pittsburgh Post Gazette. Gerald Wills e Robert Catalano, os empreendedores da Puck Technology, com sede na Califórnia, assumiram a responsabilidade pela prática de crime de conspiração para venda de acessórios para estupefacientes, num julgamento cuja sentença poderá ser pesada: oito anos de prisão e até cerca de 400 mil euros de multa.
Wills e Catalano comercializavam o Whizzinator, uma prótese peniana, disponível em várias cores com um reservatório previamente cheio com urina “limpa” que permitia passar indetectável nos rastreios anti-dopagem ou anti-drogas. O sistema é uma derivação avançada da conhecia bolsa de urina de Michel Pollentier, corredor belga apanhado em flagante por este método após vencer a etapa do Alpe d’Huez da Volta a França de 1978.
