Desemprego aumenta no pelotão espanhol5 Comentários

Joaosantos
27 Jan 2010 15:18
Contentpolis faz falta ao pelotão espanhol
Contentpolis faz falta ao pelotão espanhol

A crise toca a todos e o ciclismo do país vizinho ressente-se com a crise económica, os casos de dopagem e a desaparição de corridas e equipas. Em 2010 saem para a estrada menos 31 profissionais do que em 2009, o equivalente a 17 por cento do pelotão da última década, segundos dados compilados pelo Biciciclismo.

A redução do plantel das equipas é outro dos factores causadores de desemprego num pelotão que perdeu a Contentpolis-AMPO, mas passou a integrar a Caja Rural, equipa continental onde milita, por exemplo, o português Vítor Rodrigues. A Euskaltel-Euskadi e a Footon-Servetto, equipas ProTour, diminuiram os respectivos planteís a 24 ciclistas e as formações Continentais Profissionais como a Andalucia-Caja Sur e a Xacobeo-Galicia limitam-se ao mínimo exigido pela União Ciclista Internacional, 16 corredores.

Do total de 159 ciclistas profissionais espanhóis em 2010, 68 estarão no escalão ProTour (42.8 %), 39 (24.5%) no patamar Continental Profissional e 52 (32.7 %) no escalão Continental. Quanto aos neo-profissionais serão 35 a estrearem-se no pelotão tendo a esmagadora maioria sido contratada pelo mais baixo escalão. Portugal, anterior “viveiro” de jovens corredores espanhóis em busca de uma nova oportunidade também nota uma baixa nas suas cifras para 2010: apenas Ximo Ortega (Barbot-Siper) e Alberto Morras (Madeinox-Boavista) se estream em equipas lusas.


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5 Comentários

  1. cris

    o aumento do desemprego no ciclismo espanhol só pode ter uma consequência no pelotão nacional: mais desemprego para os ciclistas portugueses. é que com ciclistas espanhóis ao preço da ‘uva mijona’ o ciclista português só tem duas alternativas: rever o seu contrato em baixa ou… desemprego. e para os jovens sub-23 nem se fala…

    e não chorem (os espanhóis) que em portugal, descontados os ciclistas estrangeiros, ciclistas portugueses profissionais deverão rondar uns 30, mais coisa menos coisa, e com equipas e calendário a encolher, e patrocinadores que não vêm retorno – e este ano as poucas equipas que sobram já tiveram muitas difiuldades em manter os patrocínios, quanto mais arranjar novos – o ciclista profissional português é uma espécie em vias de extinção.

  2. josé

    o ciclismo portugues tem os dias contados. Este ano estamos a ver, profissionais sao 56 ciclistas , e nao foram mais por alguns ainda tinham contrato para este ano . Metade das provas nao HÁ ,os patrocinadores reveram os orçamentos para este ano metade dos ciclistas para correrem baixaram o ordenado .o ciclismo está bom é para alguns trepadores ,sprinteres e os outros que trabalham do kilometro 0 atÉ nao poderem mais nao prestam para ano RUA .Se olharem para as equipas deste ano o tavira com o plantel que tem estao obrigados a ganhar as corridas todas que participarem.

  3. Zé do Presunto

    Claro, mas também o marketing em Portugal não é dos melhores… Enquanto que (apesar de serem americanas e inglesas) a Team Sky fez publicidade em grande 1 ano antes e fez videos fez de tudo para a aconhecerem as equipas portuguesas entram no circuito que nem ratinhos e ninguém as conhece por isso não podem qcrer milagres.
    è claro que os media também nao ajudam…

  4. David R. de Msa.

    Es una lástima que desaparezcan equipos tanto en España como en Portugal
    y que estén a fecha de hoy sin equipo corredores como Adrián Palomares un
    corredor que en 2009 ha hecho una excelente temporada ganando etapas 
    más una general.

  5. Sergio pannain

    Talvez achem bons salarios no Brasil que tem Equipes com bom orçamento,mas é um pais carente de bons ciclistas , vejam o caso da equipes Scoth-Marcondes Cesar, com liçença UCI ,a Fapi-Pindamonhangaba e outras tantas que correm atras de ciclistas com expressão.

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