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Revista de imprensa: Foguete Cândido domina actualidade

06 Ago 2009 2:29pm

O Jogo – “Foguete Cândido ouviu-se em Lisboa” – O diário desportivo nortenho realça a vitória de Cândido Barbosa com dados da sua potência no explosivo prólogo de Lisboa. Nos 2.4 quilómetros, Cândido Barbosa desenvolveu uma potência média de 420 watts, dando a cada pedalada 9.6 metros. Uma entrevista com Alessandro Petacchi completa a reportagem de quatro páginas na qual se evidencia ainda o texto de opinião do camisola amarela.

A Bola – ” Cândido Barbosa foguete à solta em Lisboa” – O destaque naturalmente recaí em Cândido Barbosa, valorizando-se a reportagem com um texto sobre as ausências da Volta. Sérgio Paulinho revela que o seu futuro está entre Armstrong e Contador.

Record – “Cândido Barbosa eleito nas primárias” – O natural de Rebordosa surge justamente apelidado como o corredor do povo, revelando que apenas teve cuidado na curva dos Restauradores. “A direita carrega, a esquerda puxa”, ou potência pela voz de Cândido Barbosa. João Lagos revela que “Benfica só com FC Porto e Sporting”. O director deste jornal queixa-se que foi um dos martirizados lisboetas “engarrafados” com o “arremesso” de etapa da Volta a Portugal.

Público – “Lucky Luke apareceu à velocidade-foguete na Avenida da Liberdade” – O diário generalista dá destaque ao sonho de Filipe Cardoso barrado por 10 centésimas por Cândido Barbosa. O caos matinal do ciclismo em Lisboa é festejado pelos adeptos na capital.

Diário Económico – “Volta a Portugal vale cinco milhões” – A apresentação da Volta pelo prisma dos números. 5 milhões de orçamento, 80 milhões de mais valias publicitárias para os patrocinadores.

“I” – “Cândido Barbosa quem mais” – A reportagem do I capta as reacções do público lisboeta e dos protagonistas da prova sendo servida com um texto da Volta turística em Castelo Branco.

Correio da Manhã – “Cândido acelera” – A crónica do prólogo é apimentada com um texto que recupera uma história de Venceslau Fernandes. O ex-profissional conta que na Volta 1976 não havia abastecimento de água como agora. “O meu chefe-de-fila mandou-me atacar para ir buscar água a uma fonte. Quando cheguei estavam já ciclistas a tirar água da bica, mas estavam também dois burros a beber no bebedouro. Para não perder tempo enchi os bidons directamente dos bebedouros. No dia seguinte levei nas orelhas mas nada de passou de mal”.

DN – “Festa da Volta em Lisboa seduz até quem não aprecia ciclismo ” O trabalho do DN é valorizado pela infografia da primeira etapa.

JN – “Cândido conquista Lisboa” – Mais do mesmo, Cândido Barbosa sempre em destaque numa única página deste diário.

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20 Nov 2008 11:51am

O templo romano de Évora é um fundo inevitável para que demanda aquela cidade alentejana. Gianni Savio, histórico director-desportivo italiano e actual seleccionador da Venezuela não foi excepção. Tendo acompanhado a sua equipa, Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocatolli, na Volta ao Alentejo, pediu ao repórter do Jornal Ciclismo para fotografar o plantel presente na Alentejana com as ruínas como pano de fundo. Depois, fez-se ainda fotografar com os dois ciclistas que mais brilharam naquela corrida. É esse momento que esta imagem documenta: Gianni Savio ladeado por Jackson Rodríguez, vencedor da primeira etapa, e por Carlos Ochoa, melhor trepador da prova, duas das coqueluches do ciclismo venezuelano.

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31 Out 2008 6:59pm

A etapa é um contra-relógio da Volta a Portugal, realizado em Mirandela, em 1993. O ciclista em destaque é Paulo Oliveira Silva, actual massagista da LA-MSS. Na altura ainda não era obrigatório usar capacete e o corredor aproveita para levar a cabeça ao vento, para refrescar do calor transmontano. A equipa de Paulo Silva era a mais modesta do pelotão: Portugal Telecom/Zequim/Carnide.

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31 Out 2008 6:51pm

Corria o ano de 1995 e, além dos profissionais da Recer-Boavista, o clube do Bessa apostava nas camadas jovens. Com corredores distribuídos pelos escalões de cadetes e de juvenis, os boavisteiros trilhavam um caminho sem grande continuidade, no clube e na modalidade em geral: a existência de formação no seio dos clubes que também competem em profissionais. Para a história fica a composição deste grupo de trabalho. Sob a batuta técnica da antiga glória Império dos Santos, alinhavam, entre outros, o ciclista Sérgio Ribeiro, o actual director do Jornal Ciclismo, João Santos, o mecânico da Barbot-Siper Hélder Gomes e o massagista da Maia/SEC/ABB, Alexandre Patrício.

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31 Out 2008 6:42pm

O melhor português e o melhor de todos, durante a Volta a Espanha de 1994. Joaquim Gomes, ao serviço da Recer-Boavista, conquistou um honroso 17º lugar na Vuelta de 1994, que foi conquistada, pelo terceiro ano consecutivo por Tony Rominger (Mapei-Clas). Os dois posam para uma foto em que se vê a diferença de condições entre os pelotões luso e internacional da altura. Na bicicleta do português persistem as manetes de mudanças no quadro, enquanto a máquina do helvético já está equipada com mudanças accionáveis a partir das manetes dos travões.