Texto e fotos: José Morais
A Moita é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Setúbal, região de Lisboa e sub-região da Península de Setúbal, com cerca de 16 700 habitantes. É sede de um pequeno município com 55,08 km² de área mas 71 596 habitantes (2008), subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte e a leste pelo município do Montijo, a sueste por Palmela, a oeste pelo Barreiro e a noroeste tem uma estreita faixa ribeirinha no estuário do Tejo.
E foi nesta bonita vila que este fim-de-semana acompanhamos mais um passeio de cicloturismo do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), numa organização do Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Câmara Municipal da Moita, com o apoio da autarquia.
Com um trajecto de 55 quilómetros, o evento foi percorrido pelo concelho, com passagem por; Broega, Chão Duro, Sarilhos pequenos, Rosário, Quatro Marcos, Penteado, Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Arroteias, Brejos e Alto do Pontão, a partida foi dada pelas 9,30 na Praça da República junto à Câmara Municipal, e a chegada ocorreu pelas 12,30 no mesmo local, de pois de toda a caravana ter feito uma paragem de abastecimento líquido e sólido na Baixa da Banheira.
A nossa reportagem falou no final com o responsável pela organização, Paulo Cacuete, que nos dizia, “ Este passeio realiza-se pela 13ª vez, é um projecto muito interessante, e é de o manter pelo espírito que gera entre todos”. Como balanço do passeio dizia; “ Temos de fazer um balanço positivo, tivemos cerca de 350 participantes, o passeio correu bem, apenas uma queda nada de anormal, o andamento foi controlado minimamente, o percurso era acessível, o que originou a não haver ciclistas muito dispersos, foi muito positivo”.
A pergunta seguinte foi, o cicloturismo actualmente está a passar crise, o qual respondia; “ Penso que não, eu julgo que ainda existe lugar para este tipo de eventos, temos muita gente que gosta de participar neste tipo de passeio, pelo convívio, também não exige muito fisicamente da maneira como o fazemos, por isso vai se mantendo, não muito com o vigor de à uns anos, mas está para durar”.
Por fim Paulo Cacuete deixava a sua mensagem, apelando ao convívio entre as pessoas, em espírito desportivo, e não competitivo, é sempre de salutar, e é mais o objectivam deste tipo de eventos, é bom para a mente o ar livre, e fazer novos conhecimentos, ao mesmo tempo que dizia, que fazia votos de no próximo ano poder ter novamente esta multidão na Moita para mais um grande convívio cicloturistas.
O balanço final:
A Moita bem cedo começou a receber os participantes de mais um convivo de cicloturismo, numa manhã bonita, banhada por algum sol, mas onde o vento marcou presença desde o inicio até ao final das pedaladas,
Que histórias temos para contar, foram 55 quilómetros de boas pedaladas, com convívio, boas cavaqueiras, numa estrada propícia para pedalar, já que a dificuldade era de nível baixo, apenas alguns reparos em certas partes do piso, que em nada favorecia as bicicleta principalmente de estrada, onde alguns buracos proporcionaram um furo ou outro.
Uma queda antes do abastecimento também aconteceu, um toque numa roda, um ciclista no chão, mas onde felizmente nada de mal lhe aconteceu, e aqui, deixo um alerta ao cuidado que os cicloturistas devem de ter, e a atenção quando pedalam em pelotão quase compacto, muitas vezes com as rodas quase a tocarem-se.
Mas este passeio teve um episódio muito caricato, muito giro, o qual deu momentos de grandes gargalhadas, mas onde poderia acontecer algo mais grave. Isto acontece em muitas zonas de passagem das caravanas, zonas mais rurais, e desta vez um cavalo que pastava assustou-se, e saiu do terreno não vedado, veio para a estrada, e colocou-se no meio do pelotão, existiu paragem, cautela, riso, nada aconteceu felizmente, mas poderia ser fatal para alguns se o bicho começa-se a mandar uns coices para o ar.
E para finalizar, o trabalho excelente feito pela segurança da GNR, e ainda o duro trabalho efectuado pelo Moto Clube da Moita, que proporcionou nos mais difíceis cruzamentos a segurança da longa caravana. A Organização também esteve de parabéns, pela forma como organizaram o passeio, pela posição da equipa na frente mantendo e controlando a velocidade, e a todos que participaram, pela forma correcta como o fizeram, são exemplos deste de que a modalidade necessita, é assim que se vai em frente e se dá força ao cicloturismo em Portugal.
Com um até breve, ficam os votos de bons passeios, boas pedaladas, e até um destes dias, num dos muitos eventos realizados por esse magnifico país de no Portugal.
Texto e foto: José Morais
A planície alentejana é sem dúvida maravilhosa, onde se encontra por lá alem de magnificas paisagens, boa gastronomia, boas gentes, e um sem fins de coisas maravilhosas, e foi nessa planície que este domingo fomos acompanhar as fortes pedaladas de mais um passeio de cicloturismo do calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), num evento organizado pela Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo, e integrado na XIV Feira Nacional da Água e do Regadio, como nos Jogos Desportivos 2011.
Cerca de centena e meia de participantes foram até à bonita vila de Ferreira, para participar no passeio constituído por 54 quilómetros mais 200 metros, percorrido pelo concelho, com passagem por; Figueira dos Cavaleiros, Santa Margarida do Sado, onde existiu paragem para abastecimento líquido e sólido, Canhestros e Vává, a saída deu-se pelas 9.30 junto ao Pavilhão dos Desportos, com a chegada a ocorrer pelas 12,15 no mesmo local, passeio que teve o apoio das Juntas de Freguesias de, Ferreira do Alentejo, Canhestros, Figueira de Cavaleiros e dos bombeiros voluntários de Ferreira.
Num trajecto de baixa dificuldade, propício a rolar, onde as subidas estiveram ausentes, proporcionou a todos os participantes uma salutar manhã desportiva, e um grande convívio, onde o tempo também ajudou, com sol, sem vento, e uma temperatura amena e propícia as umas boas pedaladas.
No final, entrevistamos Henrique Cuiça, responsável da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo e do evento, que nos dizia quando lhe fizemos a primeira pergunta, 13 anos depois, o passeio “Terras do Regadio”?, “É verdade, parece que foi ontem que demos o pontapé de saída, que nos deslocamos a Lisboa e falamos com José Caetano da FPCUB para iniciarmos estes passeios “Terras do Regadio”, já lá vão de facto 13 anos, com muita história para contar, e com muita satisfação”.
Um balanço do evento? , Foi a pergunta seguinte; O balanço caber sempre aos participantes, acabamos de chegar, e pelos comentários muito positivo, existiu algum receio em termos de condições climatéricas, mas o tempo ajudou, os participantes gostaram do trajecto, do andamento, falta agora a última parte que é o almoço, mas vai correr bem”.
A pergunta seguinte feita a Henrique Cuiça foi a seguinte, a crise pode afectar a modalidade ? , O qual respondia; “Creio que sim, não podemos ser alheios a isso, este ano tivemos menos participantes, quem pratica desporto sabe que não é barato, e deslocar para vários locais pesa um pouco na carteira das pessoas, as inscrições, a manutenção da bicicleta, tudo isso, hoje é pensado, e traz muitos custos, que muitos cortam”.
A finalizar pedimos uma mensagem final, e o responsável pelo evento dizia; “ A prática de desporto, neste caso a bicicleta, nada melhor para a mente e para o físico que dar uma voltinha de bicicleta, e que para o ano possamos receber todos os participantes novamente”.
O comentário final:
Ferreira do Alentejo, é um exemplo de uma boa organização de um passeio de cicloturismo, começam por saber receber bem quem visita a sua terra, conseguem um trajecto excelente para rolar, mantém uma velocidade própria de cicloturismo adaptada a qual tipo de participante, esmeram-se pelo abastecimento, e no final o almoço convívio é sem dúvida excelente, e tudo isto vem provar que é um dos passeios apreciados por muitos, já que ficou em 3º lugar no “Premio Notícias do Pedal 2011”.
São passeios deste que dignificam a modalidade, e mesmo com crise muitos fazem questão de estarem presentes e participar, e muitos deixaram no ar, a vontade de voltar no próximo ano, algo que também da nossa parte prometemos voltar, e que até lá, deixo os votos de bons passeios, boas pedaladas.
Poderia ter sido uma festa, mas foi com toda a certeza para quem participou na prova de Grande Fundo Eddy Merckx, que se realizou em Évora, um acontecimento fora de normal, face à habitual pasmaceira do ciclismo em Portugal.
200 Ciclistas à partida, e a oportunidade de rolar uns kms com o “canibal” poderá ter sido a sorte para muitos dos participantes.
De realçar a presença dos mais fiéis gregários de Merckx como Spruyt, Huysmans, Schoemmaker e ainda de outro grande nome como Van Springel. Enfim, uma jornada muito positiva para o ciclismo master, um escalão englobado na área do desporto para todos, mas que quase todos querem competir, numa forma agradável de passar tempos livres.
Com mais ou menos competição, o ciclismo master vai ganhando adeptos, e é a grande alternativa para a terra de “nenhures“, a que estão reservados muitos elites, cuja única resposta competitiva passa por esta via.
Vejamos de seguida os primeiros 30 classificados da geral final:
1 José Silva 30-34 4:07:14.771
2 Fjord Keld 45-49 4:07:28.678 13.907
3 Rui Rodrigues 35-39 4:07:33.986 19.215
4 Luis Machado 40-44 4:07:35.524 20.753
5 Davide Garrido 16-29 4:07:36.200 21.429
6 André Costa 16-29 4:07:36.227 21.456
7 Vitor Lourenço 45-49 4:07:36.272 21.501
8 João Portela 16-29 4:07:36.829 22.058
9 Humberto Santo 35-39 4:07:37.493 22.722
10 Gualdim Carvalho 30-34 4:07:38.485 23.714
11 André Barão 16-29 4:07:41.046 26.275
12 Fernando Duarte 45-49 4:07:41.720 26.949
13 Henrique Janota 35-39 4:07:43.669 28.898
14 João Santos 35-39 4:07:45.543 30.772
15 Luis Romão 16-29 4:07:46.213 31.442
16 Tiago Santos 16-29 4:07:47.404 32.633
17 Augusto Gonçalves 45-49 4:07:47.908 33.137
18 César Machado 30-34 4:07:47.912 33.141
19 André Filipe 16-29 4:07:49.295 34.524
20 José Carvalho 16-29 4:07:49.770 34.999
21 Artur Pires 16-29 4:07:51.555 36.784
22 Ismael Costa 40-44 4:07:52.639 37.868
23 Miguel Duarte 30-34 4:07:52.686 37.915
24 Rui Novais 16-29 4:07:53.636 38.865
25 Hugo Arraiolos 30-34 4:07:55.784 41.013
26 Hugo Silva 16-29 4:07:58.441 43.670
27 Carlos Pereira 45-49 4:07:58.913 44.142
28 Rafael Gomes 16-29 4:07:59.006 44.235
29 Luis Pereira 40-44 4:08:01.943 47.172
30 Jo Barr 50-54 4:08:02.677 47.906
31 Manuel Silvério 45-49 4:08:03.094 48.323
32 Rui Galinha 35-39 4:08:05.700 50.929
33 Horvath Zoltan 30-34 4:08:10.332 55.561
34 Vitor Faria 40-44 4:08:11.165 56.394
35 Ezequiel Lobo 35-39 4:08:13.450 58.679
36 Mário Figueiredo 16-29 4:08:18.315 1:03.544
37 Nuno Sabido 40-44 4:08:21.583 1:06.812
38 Márcio Correia 30-34 4:08:24.970 1:10.199
Vencedores por escalões:
Femininos:
16 – 29 - Sofia Brites
30 – 34 - Celia Vieira
35 – 39 – Vera Nascimento
40 – 44 - Jane Kilmartin
Homens:
16 – 29 – David Garrido
30 – 34 – José Silva ( vencedor geral )
35 – 39 – Rui Rodrigues
40 – 44 – Luis Machado
45 – 49 – Fjord Keld
50 – 54 – Jo Barr
55 – 59 – Rudy de Bie
60 – 64 – Gerard Tournadre
+ 65 - Joaquim Andrade
• EDDY MERCKX EM ÉVORA
Serve para apurar para o Mundial de Masters, a prova que se disputa na cidade de Diana, e que terá a presença de Eddy Merckx e um pelotão master de 150 ciclistas. A partida será dada pelas 10.00 horas e a chegada junto ao Templo de Diana de domingo.
• MARATONA DE PORTALEGRE
Serão 3.000 os participantes da prova clássica de maratonas, que disputarão, amanhã, em Portalegre uma vitória apetecida e com grande influencia no curriculum desportivo dos homens do BTT.
• PORTO – LISBOA EM CICLOTURISMO
A décima segunda edição da Clássica Nacional de Cicloturismo Porto – Lisboa vai para a estrada nos dias 7 e 8 de Maio. A partida vai ser dada na Sé do Porto, às 8h00 de amanhã.
• GONDAR JOVEM EM BTT
O Minho será palco do 11.º BTT Gondar Jovem/CNE, prova de XCO a contar para a Taça Manuel Abreu. As corridas realizam-se na localidade de Gondar, Guimarães, a partir das 14h00.
O Cartaxo é uma cidade portuguesa do Distrito de Santarém, com cerca de 9 500 habitantes, terra de grandes tradições ciclistas, e de grandes nomes da velocipédia nacional, caso de Marco Chagas, ou José Maria Nicolau, este último que deu titulo a mais um passeio de cicloturismo organizado pelo Núcleo de Cicloturismo “Amigos do Cartaxo, que este domingo, primeiro de Maio, levou para a estrada o seu 7º Passeio de Cicloturismo intitulado de “José Maria Nicolau/Rota do Vinho”, evento que estava inserido no calendário oficial da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB).
Com um trajecto de 73 quilómetros aproximadamente, o evento deste ano ligou o Cartaxo a Asseiceira, em Rio Maior, à partida alinharam cerca de centena e meia de participantes, divididos por 17 equipas, que num trajecto de média dificuldade, percorreram a uma velocidade de cicloturismo nunca ultrapassando os 25 kms. A partida foi dada pelas 9 horas no Cartaxo junto à Junta de Freguesia, passando a caravana por, Pontével, Vale da Pinta, Ereira, Lapa, Alcoentre e Asseiceira, aqui foi feita junto às instalações da Comissão de Melhoramento e Progresso de Asseiceira, uma paragem para abastecimento líquido e sólido, oferecido pela junta de freguesia da Asseiceira.
Retomadas as pedaladas, pedalou-se em direcção da Ribeira de Stº André, Boiças, Ribeira de S. João, Louriceira, Freiria, Marmeleira, Assentiz, Arrouquelas, Amieira, e a chegada a Asseiceira a ocorrer pelas 12,30, no mesmo local do abastecimento.
Aqui, foi hora da entrega das tradicionais lembranças, de tomar um delicioso banho para recompor das forças despendidas, onde se seguiu um magnifico almoço, para tarde dentro se confraternizar, entre todos, e relembrar os bons momentos que o cicloturismo proporciona, não apenas neste passeio, mas nos muitos por esse país fora.
E em final de passeio, a nossa reportagem foi ao encontro da organização para saber como decorreu o passeio, Fernando Frazão, responsável pelo Núcleo “Os Amigos do Cartaxo” respondia quando lhe fizemos a primeira pergunta, 7º Passeio José Maria Nicolau/Rota do Vinho; “Exactamente, é uns trajectos que temos feito já há algum tempo, não era para ser a Rota do Vinho, apenas José Maria Nicolau, mas foi integrado nas festas da cidade que são agora no 1º de Maio, decidimos inserir já que tivemos o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia, e esperamos manter o evento, se os apoios chegarem até nós, caso contrário é difícil”.
Um balanço do evento? foi a segunda pergunta, o qual respondia; O balanço do passeio positivo, mas bem, hoje pelas 7 horas da manhã fiquei preocupado pelo tempo, o céu coberto não era positivo, quando cheguei ao local da concentração alguma chuva, e receei o pior, alguns participantes ainda não tinham chegado, outros foram-se embora, era mau para os que estavam, porem tudo se compôs, o passeio foi bom, adorei o convívio, o trajecto um pouco duro reconheço, mas feito a uma velocidade sempre controlada, eu próprio vinha na frente a pedalar, e andou-se sempre entre os 22 e os 25, chegou tudo bem, todos juntos, o que acabou por ser um passeio não muito cansativo”.
Perguntamos a Fernando Frazão a actual crise poderá afectar a modalidade? O qual respondia; “ Muito, nós que fazíamos o passeio só na zona do Cartaxo, este ano tivemos de sair do concelho, e como existiu um grande apoio da Junta de Freguesia da Asseiceira, mudamos, e foi muito positivo, mas cada vez vai ser mais complicado colocar na estrada um evento de cicloturismo, muitas Câmara e Juntas já não estão a dar nada, e para o ano penso que não vamos ter esses apoios, o que vai acontecer com outros grupos, que sem apoios muitos tem tendência a terminarem”.
A terminar pedimos uma mensagem final, ao qual dizia; “Que o cicloturismo se vá mantendo por muitos anos, porque o mesmo é um elo muito grande para fazer amizades, conhecer locais, costumes e pessoas, que todos regressem bem, e que tenhamos aqui agora no final, um grande almoço de confraternização”.
O comentário final:
Com 13 anos de existência, os “Amigos do Cartaxo” iniciaram-se no Btt, um grupo de 5 pessoas, um cabeleireiro, outros agentes da PSP, foram a Águeda adquirir as suas primeiras bicicletas por serem mais baratas, começaram em passeios no Cartaxo e arredores, mais tarde surgiu a estrada, juntaram mais amigos, entre eles um Comissário da PSP do Cartaxo que deu origem a que o projecto fosse para a frente, o qual teve um grande impacto na equipa, foi formado o grupo “Os Amigos do Cartaxo”, existiram apoios, e até hoje, é um grupo que pedala por esse país fora, nos mais diversos eventos realizados.
Domingo, 1º de Maio, Dia do Trabalhador, a bicicleta mais uma vez foi o escape da semana de stress de trabalho, foi um domingo que acordou carregado de nuvens, e onde mais uma vez o mau tempo estragou um pouco o passeio, já que tivemos um pelotão mais reduzido, motivado por muitas equipas não comparecerem porque no local onde residiam chovia a bom chover, e com os antecedentes de mau tempo que antecederam o passeio, a solução foi a de não arriscar, porem, a chuva esteve ausente, o passeio decorreu sem problemas, o qual proporcionou no final uma boa manhã de fortes e salutares pedaladas, por uma região sem dúvida com algumas paisagens agradáveis, onde no final, a satisfação se manifestava na cara de todos os participantes.
Com os apoios da Câmara Municipal do Cartaxo, as Juntas de Freguesia do Cartaxo, Vale da Pedra, Pontével, Ereira, Lapa, e Asseiceira, temos de referenciar o excelente apoio que esta última Junta de Freguesia deu, pelo magnífico abastecimento, e confecção do almoço, e pela forma calorosa que recebeu toda a caravana, já que são apoios destes que o cicloturismo merece, porque é uma modalidade que movimenta muitas pessoas, e pode levar a lugares que muitos nunca veriam a conhecer, se não fosse a participarem em passeio de bicicleta, mas também não podemos deixar passar em branco, o ápio dos bombeiros do Cartaxo, que felizmente não tiveram trabalhos, e a importância do grupo de motards da terra, que deram apoio e segurança a toda a caravana, já que este passeio foi organizado sem policiamento, e onde os participantes estão de louvar pela forma correcta que se portaram na estrada.
Com os votos bons passeios, boas pedaladas, até um destes dias, num desses muitos eventos, organizados por esses pais foram.