Agritubel paga 138 mil euros para o passaporte biológico0 Comentários

admin
11 Fev 2009 3:32pm

A Agritubel anunciou hoje que pagará para participar no programa do passaporte biológico da União Ciclista Internacional, um dia após a recusa de atribuição de “wild card”, que deixaria a equipa gaulesa impossibilitada de participar em provas ProTour. Esta decisão abre caminho para a atribuição de convites para estas provas, principalmente Paris-Nice, Paris-Roubaix e a Volta da França, cujos organizadores fizeram do passaporte biológico um preliminar obrigatório. A Agritubel que conta no seu efectivo ciclistas como Roman Feillu, Christophe Moreau e Nicolas Vogondy, pagará cerca de 138.000 euros junto das autoridades competentes para aceder ao “passaporte biológico”.
Por sua vez, LPR, Acqua e Sapone, CSF, Agritubel, Xacobeo, Amica Chips não viram o estatuto wild-card atribuído e, caso desejem aderir ao passaporte biológico, terão de desembolsar 7300 euros por ciclista, soma consideravelmente superior aos 60 mil euros de um equipa com “wild-card”.

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