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	<title>Comentários em: A originalidade do ciclismo português</title>
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		<title>Por: pitarasca</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-12002</link>
		<dc:creator>pitarasca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:03:35 +0000</pubDate>
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		<description>não se esqueçam que ele se chama bruno Barbosa</description>
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		<title>Por: pitarasca</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-12001</link>
		<dc:creator>pitarasca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:03:00 +0000</pubDate>
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		<description>estão a deixar escapar um grande ciclista ano acredito como e possível deixarem o melhor da volta a Portugal 2009 de fora!!! só vêem dinheiro a frente pá!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>estão a deixar escapar um grande ciclista ano acredito como e possível deixarem o melhor da volta a Portugal 2009 de fora!!! só vêem dinheiro a frente pá!!!</p>
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		<title>Por: Tomé Gomes</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-2787</link>
		<dc:creator>Tomé Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 00:05:56 +0000</pubDate>
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		<description>Um dia,durante a volta a Portugal em 2003,em conversa com um jornalista e um dirigente,entao apenas director desportivo da competição,em que em termos de piada diziamos que o ciclismo tinha tudo de bom,só os ciclistas estão a mais.
Passados todos estes anos vejo um artigo em que de alguma forma se afirma o mesmo,significativo,o tempo passou mas as coisas continuam exatamente na mesma,ciclistas a mais num universo em que quem pode tenta ganhar um pouco mais de visibilidade ou facturar um pouco mais em detrimento do desporto,que mesmo sendo de alta competição,nao deixa de ser um desporto e assim um lugar onde os melhores tem lugar e o menos valiosos tem de trabalhar mais e mais para atingir o lugar ao sol ou desaparecerem.


O nivel deve ser o mais elevado possivel e nao nivelar por baixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia,durante a volta a Portugal em 2003,em conversa com um jornalista e um dirigente,entao apenas director desportivo da competição,em que em termos de piada diziamos que o ciclismo tinha tudo de bom,só os ciclistas estão a mais.<br />
Passados todos estes anos vejo um artigo em que de alguma forma se afirma o mesmo,significativo,o tempo passou mas as coisas continuam exatamente na mesma,ciclistas a mais num universo em que quem pode tenta ganhar um pouco mais de visibilidade ou facturar um pouco mais em detrimento do desporto,que mesmo sendo de alta competição,nao deixa de ser um desporto e assim um lugar onde os melhores tem lugar e o menos valiosos tem de trabalhar mais e mais para atingir o lugar ao sol ou desaparecerem.</p>
<p>O nivel deve ser o mais elevado possivel e nao nivelar por baixo.</p>
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		<title>Por: José Santos</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-153</link>
		<dc:creator>José Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 23:49:12 +0000</pubDate>
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		<description>Temos duas opiniões coincidentes: a do jornalista e do amigo Armando Oliveira, ambas desconexadas da  realidade nacional. Não vamos agora escalpelizar esta situação. O que fica claro é que o ciclismo nacional não tem capacidades financeiras para integrar a lista dos países mais ricos, quer ao nível da formação de equipas, quer ao nível dos organizadores.
E a realidade nacional, afastada do centro da Europa, é que as equipas nacionais são suportadas por patrocinadores com interesses exclusivos no nosso país, mesmo a Liberty Seguros, uma entidade multinacional, apenas tem interesse por força do representante em Portugal.
Porquê então a constituição de equipas continentais ? Que mais valias redundam para uma equipa nacional uma participação, por exemplo em provas francesas senão há qualquer interesse comercial nesse país e os orgãos de comunicação nacional nulas referências fazem a essas participações.
Como equipa considerada profissional pelas entidades internacionais, face às exigências de inscrição, por exemplo bem mais complicadas que a inscrição de uma equipa de futebol na  I Liga profissional, porque é que uma equipa continental nacional tem de ter, nas suas fileiras uma maioria de ciclistas com menos de 28 anos de idade?
O problema que existe é que a UCI não tem em conta a realidade de cada país e legisla para os países ricos, pouco se importando com os pequenos países e as pequenas equipas, nem tão pouco respeita a tradição de cada país, como o caso da Volta a Portugal limitada apenas a nove irrisórios dias de competição, sabendo-se que a média de dias da Volta é de 16 .
O que aconteceu ao ciclismo nacional foi a constituição de um calendário de provas sem sustentabilidade, e que contribuem apenas para o &quot; enriquecimento&quot; de uma instituição que nada fez pelo nosso ciclismo.
Dos cerca de 25 anos de ciclismo do Boavista, muito perto de 100.000 €, foi quanto a UCI recebeu sem nada ter dado como contrapartida.
Se somarmos a inscrição das equipas nacionais, dos organizadores e das multas, no final de um ano ,Portugal contribui com perto de outros 100.000 € anuais. Para quê ?
Para termos uma Volta com dez dias ?
Valerá a pena ? Sempre admiti que Portugal não tinha capacidades financeiras para competir de armas iguais com as grandes potencias internacionais, infelizmente a realidade bem mostrando que temos razão e, curiosamente, a grande derrocada começou com o Mundial de Lisboa, sem transmissão em directo no nosso país, sem público e sem evidentes proventos  internos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Temos duas opiniões coincidentes: a do jornalista e do amigo Armando Oliveira, ambas desconexadas da  realidade nacional. Não vamos agora escalpelizar esta situação. O que fica claro é que o ciclismo nacional não tem capacidades financeiras para integrar a lista dos países mais ricos, quer ao nível da formação de equipas, quer ao nível dos organizadores.<br />
E a realidade nacional, afastada do centro da Europa, é que as equipas nacionais são suportadas por patrocinadores com interesses exclusivos no nosso país, mesmo a Liberty Seguros, uma entidade multinacional, apenas tem interesse por força do representante em Portugal.<br />
Porquê então a constituição de equipas continentais ? Que mais valias redundam para uma equipa nacional uma participação, por exemplo em provas francesas senão há qualquer interesse comercial nesse país e os orgãos de comunicação nacional nulas referências fazem a essas participações.<br />
Como equipa considerada profissional pelas entidades internacionais, face às exigências de inscrição, por exemplo bem mais complicadas que a inscrição de uma equipa de futebol na  I Liga profissional, porque é que uma equipa continental nacional tem de ter, nas suas fileiras uma maioria de ciclistas com menos de 28 anos de idade?<br />
O problema que existe é que a UCI não tem em conta a realidade de cada país e legisla para os países ricos, pouco se importando com os pequenos países e as pequenas equipas, nem tão pouco respeita a tradição de cada país, como o caso da Volta a Portugal limitada apenas a nove irrisórios dias de competição, sabendo-se que a média de dias da Volta é de 16 .<br />
O que aconteceu ao ciclismo nacional foi a constituição de um calendário de provas sem sustentabilidade, e que contribuem apenas para o &#8221; enriquecimento&#8221; de uma instituição que nada fez pelo nosso ciclismo.<br />
Dos cerca de 25 anos de ciclismo do Boavista, muito perto de 100.000 €, foi quanto a UCI recebeu sem nada ter dado como contrapartida.<br />
Se somarmos a inscrição das equipas nacionais, dos organizadores e das multas, no final de um ano ,Portugal contribui com perto de outros 100.000 € anuais. Para quê ?<br />
Para termos uma Volta com dez dias ?<br />
Valerá a pena ? Sempre admiti que Portugal não tinha capacidades financeiras para competir de armas iguais com as grandes potencias internacionais, infelizmente a realidade bem mostrando que temos razão e, curiosamente, a grande derrocada começou com o Mundial de Lisboa, sem transmissão em directo no nosso país, sem público e sem evidentes proventos  internos.</p>
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		<title>Por: Feliciano da Vasa Ferreira</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-152</link>
		<dc:creator>Feliciano da Vasa Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 22:02:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://jornalciclismo.com/?p=1315#comment-152</guid>
		<description>Parabéns ao artigo. Já tinha pensado em tudo isto e mais. É necessário uma mudança de mentalidades, uma evolução da cultura que existe no ciclismo nacional que é transversal a todas as instituições directamente relacionadas. 
É preciso trabalhar mais e sobretudo melhor. A lei do salve-se quem puder dita em grande medida o desaparecimento de grandes promessas. Sem atletas portugueses nas estradas deixará de haver interesse da população. Outro erro é a internacionalização demasiado brusca do ciclismo português (provas Cat. Internacional). Deveria haver espaço para existir outro organizador de provas de menor escalão ligado aos média. Deve haver mais trabalhinho da parte da federação FPC concertado com outras federações (UVP-FPC+FPCUB) para a promoção da bicicleta na população. Sem isso iremos assistir ao lento mas determinado colapso do ciclismo português. 

Felicianoda Vasa Ferreira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao artigo. Já tinha pensado em tudo isto e mais. É necessário uma mudança de mentalidades, uma evolução da cultura que existe no ciclismo nacional que é transversal a todas as instituições directamente relacionadas.<br />
É preciso trabalhar mais e sobretudo melhor. A lei do salve-se quem puder dita em grande medida o desaparecimento de grandes promessas. Sem atletas portugueses nas estradas deixará de haver interesse da população. Outro erro é a internacionalização demasiado brusca do ciclismo português (provas Cat. Internacional). Deveria haver espaço para existir outro organizador de provas de menor escalão ligado aos média. Deve haver mais trabalhinho da parte da federação FPC concertado com outras federações (UVP-FPC+FPCUB) para a promoção da bicicleta na população. Sem isso iremos assistir ao lento mas determinado colapso do ciclismo português. </p>
<p>Felicianoda Vasa Ferreira</p>
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		<title>Por: Armando Oliveira</title>
		<link>http://jornalciclismo.com/a-originalidade-do-ciclismo-portugues/comment-page-1#comment-149</link>
		<dc:creator>Armando Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 12:50:30 +0000</pubDate>
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		<description>A originalidade do ciclismo Português

Cada vez mais fico surpreendido com os factos que se vão passando no ciclismo português, são os casos de doping que afinal já não o são, é o final de equipas que são empurradas para tal é os jornalistas que fabricam as noticias á medida de quem paga. 
E agora o caso mais surrealista a inscrição de pessoas que se calhar nem de bicicleta sabem andar como ciclistas, e isto tudo com o amem da federação e das entidades responsáveis IDP incluído, os patrocinadores  e os organizadores de corrida ficam um pouco baralhados, pois estar a investir dinheiro numa modalidade que não fosse o amor que o povo tem por ela, já teriam parado de investir há algum tempo.
Eu como elemento ligado á organização de uma das mais antigas provas do pais,(Volta ao Alentejo)  fico extremamente  apreensivo quanto ao futuro do ciclismo em Portugal.  E passo a explicar porquê, não há ciclismo sem organizadores de corridas e não há organizadores de corrida sem patrocínios, neste momento os privados viraram as costas ao ciclismo e não fosse a EDP, PT, CTT e pouco mais e que só apoiam as provas da PAD, vá-se lá saber porquê, e as Autarquias que com todas as suas limitações e com a falta de divulgação que as provas tem estão a virar as costas aos outros organizadores veja-se o caso da volta Algarve que á pouco tempo não tinha o itinerário definido por falta de resposta das câmaras, também a volta ao Alentejo sofre do mesmo mal patrocínios privados quase nada e as autarquias cada vez menos e o que pagam é insuficiente para manter uma prova deste género, portanto aqui fica mais um alerta deixem-se de quezílias e trabalhem para o bem do ciclismo em Portugal, senão o Sr. Serafim Ferreira tem razão a Volta a Portugal que é o topo já não dura muito tempo, mas as outras acabam primeiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A originalidade do ciclismo Português</p>
<p>Cada vez mais fico surpreendido com os factos que se vão passando no ciclismo português, são os casos de doping que afinal já não o são, é o final de equipas que são empurradas para tal é os jornalistas que fabricam as noticias á medida de quem paga.<br />
E agora o caso mais surrealista a inscrição de pessoas que se calhar nem de bicicleta sabem andar como ciclistas, e isto tudo com o amem da federação e das entidades responsáveis IDP incluído, os patrocinadores  e os organizadores de corrida ficam um pouco baralhados, pois estar a investir dinheiro numa modalidade que não fosse o amor que o povo tem por ela, já teriam parado de investir há algum tempo.<br />
Eu como elemento ligado á organização de uma das mais antigas provas do pais,(Volta ao Alentejo)  fico extremamente  apreensivo quanto ao futuro do ciclismo em Portugal.  E passo a explicar porquê, não há ciclismo sem organizadores de corridas e não há organizadores de corrida sem patrocínios, neste momento os privados viraram as costas ao ciclismo e não fosse a EDP, PT, CTT e pouco mais e que só apoiam as provas da PAD, vá-se lá saber porquê, e as Autarquias que com todas as suas limitações e com a falta de divulgação que as provas tem estão a virar as costas aos outros organizadores veja-se o caso da volta Algarve que á pouco tempo não tinha o itinerário definido por falta de resposta das câmaras, também a volta ao Alentejo sofre do mesmo mal patrocínios privados quase nada e as autarquias cada vez menos e o que pagam é insuficiente para manter uma prova deste género, portanto aqui fica mais um alerta deixem-se de quezílias e trabalhem para o bem do ciclismo em Portugal, senão o Sr. Serafim Ferreira tem razão a Volta a Portugal que é o topo já não dura muito tempo, mas as outras acabam primeiro.</p>
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