Portugueses dançaram e encantaram na pista de Roubaix

Unanimidade a aclamação na congratulação do Parlamento à Seleção de Pista

Já ontem referimos a excelente prestação da seleção nacional de pista, como um dos pontos que mais confirma a evolução do ciclismo nacional, que ao longo dos últimos anos, vai encurtando algumas diferenças para o ciclismo internacional.

A pista que, no nosso país se resumia há cerca de 10/15 anos aos pouco concorridos Campeonatos Nacionais, apresenta hoje, uma realidade distinta, para o que muito contribuiu a construção do velódromo da Anadia, ponto fundamental para o desenvolvimento que hoje a pista desfruta.

O problema da pista no nosso país, está, contudo algo limitado, em termos de quantidade de atletas, face à ausência de pistas de ar livre, com qualidade, que permita um maior acesso de jovens, em especial até o escalão de juniores. A deslocação de equipas e ciclistas para a Anadia não permite um desenvolvimento de grande número de atletas, faca aos custos dai resultantes, o que em boa verdade, constitui uma dificuldade acrescida para que muitos jovens possam adotar a pista, como um excelente meio de iniciação à modalidade .

Temos de admitir também, e não embandeirar em arco, porque os êxitos do ciclismo de pista no nosso país, é repartido por um pequeno lote de ciclistas, também já o repetimos ontem, que apostaram forte e ganharam a aposta. Por isso mesmo, é justo reconhecer o trabalho de anos de Iuri Leitão, Ivo Oliveira, Rui Oliveira, João Matias , Maria Martins e Daniela Campos, perdoem-nos se algum nome ficou esquecido, mas isso é um pormenor que os nossos leitores, com toda a certeza indicarão, caso exista uma falha nossa.