Pratica desportiva, sinal de mais saúde

A Federação Portuguesa de Ciclismo através de uma carta aberta do seu Presidente Delmino Pereira pronunciou-se sobre o Plano de Recuperação e Resiliência.

O referido Plano foca-se em determinadas áreas da economia esquecendo-se que a pandemia e o confinamento afetam a todos. E ou há uma vontade de acabar de vez com certos sectores e com determinadas atividades, como por exemplo o Desporto e a Cultura, ou o plano é somente um rascunho que deverá ser totalmente refeito. E o deporto, não confundir desporto com o futebol profissional, tem sido amplamente afetado e se calhar o ciclismo nem é o desporto mais afetado – muito por via da resiliência e de resistência típicas de um ciclista, que levaram a termos um mini época entre final de Agosto e Outubro de 2020.

No entanto, Delmino Pereira na justificação da necessidade de investimento no desporto esqueceu-se da principal necessidade de investimento no deporto. É que investir no desporto é investir na saúde dos cidadãos e por via direta na redução dos gastos em saúde pública. A prática desportiva transforma os cidadãos mais saudáveis, mais resistentes a doenças – físicas ou mentais – e com melhores hábitos alimentares. E se consideramos a prática desportiva de crianças e jovens para além das melhorias já referidas, há que considerar que a prática regular desportiva nestas idades leva a que durante a idade adulta o corpo “exija” a continuidade dessa prática.

A prática desportiva leva a cidadãos mais saudáveis o que subsequentemente leva a menos gastos na saúde. Os outros retornos são verdadeiros, mas vêm depois.

Prática desportiva igual a mais saúde, é o que o Governo de Portugal e também a Comissão Europeia precisam de ouvir.

Paulo Coelho Vaz

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