Tenhamos esperança e que a Volta ao Alentejo seja um caso isolado

Por: José Morais

Todos nós sabemos como foi o ano de 2020, muito atípico, muito estranho, motivado por um vírus que abalou o mundo, como em tudo, o ciclismo foi sem dúvida muito afetado, existiram cancelamentos, adiamentos, e um calendário de provas realizadas em alturas do ano que ninguém imaginaria.

Ainda no final de 2020 em dezembro, chegava a primeira notícia negativa, a Federação Colombiana de Ciclismo, divulgava o cancelamento do Tour Colômbia a ser realizado apenas em 2022.

Estamos com cinco dias do novo ano, e a notícia adiantada pelo Presidente da Comissão Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), Carlos Pinto de Sá afirmava à agência Lusa que apesar de ainda não haver uma decisão formal, do adiamento da Volta ao Alentejo, dizia que nas atuais condições “não é possível que se realize no primeiro semestre” de 2021.

Em contatos feitos com a Federação Portuguesa de Ciclismo e a organização da prova, a Podium, dificilmente se poderá realizar na data prevista, não havendo ainda data para a mesma ir para a estrada.

A 38ª Volta ao Alentejo tem data marcada entre 17 e 21 de março, mas o impasse está agora nas datas previstas para a sua realização . Porém, para um mês antes, temos marcada de 17 a 21 de fevereiro a 47ª Volta ao Algarve, numa organização da Federação Portuguesa de Ciclismo, com a atual situação o que teremos?

Não querendo ser negativista, nesta fase continuo a ver mais um ano difícil para o ciclismo nacional e não só, no primeiro semestre de 2021, e a continuarem os casos de Covid 19 e mortes a subirem como está a acontecer, será difícil termos uma vida normal, e podermos ver o ciclismo na estrada como desejamos. Vamos aguardar, tenhamos esperança, e que este caso da Volta ao Alentejo posso ser um caso isolado.

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