Ciclocrosse: dos 250 euros de Meeusen aos 10 mil euros de Poel e Aert

A pandemia do Covid está a causar graves problemas nas provas de ciclocrosse, dada a ausência de público nas suas competições, o que causou uma elevada perda financeira para os seus organizadores, reduzindo o número de provas e os prémios de presença para ciclistas.

Sem público os organizadores enfrentam graves prejuízos, dado que as entradas pagas e as zonas reservadas aos VIP’s foram suprimidas, e as receitas estão confinadas aos patrocinadores e a direitos televisivos.

Esta situação refletiu-se nos prémios de presença dos principais ciclocrossistas que viram substancialmente reduzidos os seus bónus. A título de exemplo, vejamos algumas das principais reduções Toon Aerts: de 6.000 a 2.000 euros por prova ; Lars van der Haar: de 3.250, para 1.000 euros. Tom Meeusen: de 1.500 a apenas 250 euros por ciclocrosse. Um corte drástico a que sobreviveram dois nomes : Van der Poel e Van Aert, que recebem 10.000 euros por ciclocrosse.

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