Bennett bem festejou, mas no final foi Ackermann o eleito dos comissários

Bennett festejou, mas no final, os comissários estragaram a festa. Foi pena…

Sam Bennett o irlandês de 30 anos da Deceuninck-Quick.Step foi o mais rápido no sprint, mas foi desclassificado pelo colégio de comissários depois de um ombro a ombro com um ciclista da Trek.. Pascal Ackermann pode agradecer este triunfo caído do céu. Gerben Thijssen passou a segundo e Max Kanter terceiro. Richard Carapaz mantém sua camisola vermelha de líder após um dia tranquilo, para os principais favoritos.

Que besteira”, escreveu omanagerPatrick Lefevere no Twitter após o veredicto do júri. “Bennett seguia com o grupo que estava na liderança e a trabalhar para o sprint, e um ciclista da Trek queria impedir isso. Já conhecemos a incompetência da UCI há muito tempo. ” 

O empurrão.

A foto de facto não deixa duvidas. Bennett seguia na roda dos seus ciclistas, na preparação para o sprint final, quando Emils Liepins (Trek-Segadredo) tentou a sua entrada intempestiva na frente de Bennett. Se alguém deveria ser desclassificado, nunca seria o ciclista da Deceuninck mas sim o da Trek. Bennett fez o que é lógico: guardou o seu lugar, pelo qual toda a sua equipa estava a trabalhar. mas para compreender este tipo de trabalho é necessário, na avaliação das infrações um corpo de comissários experiente e conhecedor dos meandros do pelotão.

Liepins ao procurar entrar no seio do grupo com aquela atitude, poderia até ter provocado uma queda, pois Bennett seria obrigado a travar, para o homem da Trek entrar na procura de abrigo, o que colocaria em perigo os ciclistas que seguiam atrás. Não se pode censurar o que Bennett fez, pois estava a defender uma posição que era sua e , mais grave já lá estava, quando Liepins quis entrar para aquela posição.

Na frente da corrida, como já afirmamos sem alterações numa etapa marcada por uma fuga de dois ciclistas, Juan Felipe Osorio (Burgos BH) e Aritz Bagues (Caja Rural – Seguros RGA) alcançados a 22 kms da meta.