Vuelta arranca amanhã e logo com montanha

Irun, fronteira de Espanha com a França, foi a localidade escolhida para a partida da Vuelta, depois de goradas as hipóteses de principiar na Holanda, conforme estava previsto.

Uma Vuelta mais curta, apenas 18 dias, menos três que o habitual e que estavam previstos realizarem-se no país das tulipas. A Vuelta também estava prevista vir a Portugal, mas condicionalismos vários da época que atravessamos não permitiu, o que seria uma boa oportunidade para uma contínua afirmação do ciclismo no nosso país.

Tardia na temporada, com muito frio que irá ser uma presença constante, mais a mais com a prova a ser disputada no norte de Espanha, é de prever que muitas etapas possam sofrer alterações.

Para já, a prova avança sem casos Covid positivos entre os 176 ciclistas, mas um elemento do staff da Bahrain e outro da Sunweb foram os únicos entre os 500 testes efetuados a acusar positivo.

El laboratorio móvil de La Vuelta donde se han realizado las pruebas...
Um trailer acompanhará toda a Vuelta, com capacidade para fazer 1000 testes/dia e com resultados em 24 horas.

Uma Vuelta com alguns condicionalismos, mas com números interessantes 60 polícias em moto, mais 80 apeados, que acompanham da primeira à ultima etapa a competição, mais 60 polícias nacionais, números a que se somam 1200 jornalistas acreditados e 865 veículos.

Muitos nomes de prestígio, entre eles, Roglic, Dumoulin, Pinot, Froome. Carapaz, Mas, Valverde, mas também um pelotão cansado partirá amanhã em Irun para a última grande prova do ano.

E para que não restem duvidas que esta é uma Vuelta para trepadores, vejamos o perfil da etapa de amanhã, que termina em alto, e de 1ª categoria, a celebre subida de Arrate. É o que se chama começar de rompante.

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