Volta : um exemplo como organizar um evento na era Covid

A Volta a Portugal terminou em Lisboa, num cenário de sonho, transformando-se no evento mais bem sucedido, no período Covid, em que as regras impostas pela DGS foram totalmente cumpridas , no plano desportivo houve emoção e, em termos de audiências em direto( público na estrada) e televisivas ultrapassaram as expetativas mais otimistas.

O ciclismo está, pois de parabéns, demonstrando que é possível organizar provas desportivas com grande qualidade, rigor, e acima de tudo, dando a toda a sociedade uma imagem de segurança, e levando a todo o país uma mensagem de solidariedade, responsabilidade e sobretudo de esperança.

As autarquias que aderiram à Volta, estarão também orgulhosas de terem feito parte de um espetáculo desportivo de alto nível, com todos os motivos para se sentirem, elas próprias, como parte integrante do sucesso da prova.

Sem se notarem grandes diferenças, entre esta Volta e a de anos anteriores, , a Volta viveu de dois nomes, que deram corpo e alma a um projeto vital para o desporto em geral, e ao ciclismo em particular. Delmino Pereira que acreditou que era possível organizar a prova e Joaquim Gomes, fundamental na ligação com as autarquias. Os dois nomes, cada um no seu poleiro, foram indubitavelmente os nomes desta Volta, a que teremos de associar também, o dr. Lima Quintas responsável pelo controlo sanitário, Isabel Fernandes, na ligação entre a organização e equipas, Sérgio Sousa e José Calado como elementos na parte técnica, estas as caras mais visíveis da organização.

Para repetir no futuro ?