Julian foi o mais forte e por isso foi campeão do mundo

Julian Alaphilippe finalmente, deu aos franceses um grande momento para a história do seu ciclismo. Desde 1997 ( Laurent Brochard) que os gauleses não ganhavam um Mundial. Se o título está bem entregue ? Pensamos que sim, os ataques de Alaphilippe começam a ser mortais e incisivos, como fez nos dois últimos Milão-S.Remo, no Poggio.

Na última passagem pelo subida de Gallisterna e depois de um ataque de Hirschi, Alaphilippe voou a 11 kms da meta, num percurso quase sempre a descer e que lhe assentava que nem uma luva. Cá atrás a perseguição não foi muito consistente. A presença de Van Aert intimidou os perseguidores, empurrando a corrida para o belga e nem mesmo Roglic, seu colega de equipa na Jumbo lhe foi útil, que se escusou no final, dizendo que “ não podia mais.” Aert contentou-se com o segundo lugar ” Julian foi o mais forte”, reconheceu , enquanto Hirschi foi terceiro. Melhor pódio que este não podia haver. Os nossos vatícinios não andaram longe da verdade.

Do lado dos portugueses Rui Costa foi 26º a 2.03, Nelson Oliveira 38º a 8.49 e Ivo Oliveira 88º a 32.08. Ruben Guerreiro abandonou.

O momento da corrida.