Em ano de “seca” as multas são uma bênção

As multas no ciclismo funcionam como uma espécie de saco das esmolas nas igrejas e santuários, que funcionam como um meio de subsistência de entidades, que não têm outras fontes de financiamento.

Não será o caso da UCI, com milhões a entrarem de inscrições de equipas, da organização dos Mundiais, do registo das provas no calendário internacional, enfim uma série de receitas que as entidades atrás citadas não dispõem.

As multas, e se pensarmos nas milhares de multas que, ao longo de uma ano de ciclismo, vão cair aos cofres da UCI dá que pensar.

Depois de ter sido multada em 2000 francos suíços, na sexta feira, a Jumbo-Visma viria a ser multada ontem em 4000 francos suíços, isto porque as riscas arco íris dos antigos campeões do mundo , Dumoulin e Tony Martin não estavam no sitío certo da sua camisola. Uma infração de somenos importância, mas que comprova o desajustado valor, face à gravidade da infração

Em ano de “seca” as multas são uma bênção.