As “bebedeiras” de Tom Boonen já vêm de 2007

O ciclista belga Tom Boonen justificou o recente teste “positivo” que lhe detectou cocaína na urina com… um problema com o álcool. O corredor disse que, bebendo de mais, perde a consciência do que faz, como se se transformasse noutra pessoa. Tudo indicava que seria a segunda vez que o triplo vencedor da clássica Paris-Roubaix era apanhado com cocaína no organismo. Mas a imprensa belga revela hoje que um outro teste fora de competição, em Novembro de 2007, detectou traços daquela substância ilícita no ídolo da Bélgica. Depreende-se que as bebedeiras descontroladas datam, pelo menos, de Novembro de 2007.

3 comentários a “As “bebedeiras” de Tom Boonen já vêm de 2007”

  1. Eu nem entendo a relevância desta notícia num site de ciclismo, já que a substância em causa não está na lista de substâncias proibidas fora de competição. Logo não terá risco de qualquer suspensão pelas autoridades anti-doping.

  2. Pior foi o Paulo Martins que no Eurosport disse que o consumo de Boonen, não trazia vantagens do ponto de vista desportivo e que se “tratava de um pequeno divertimento”! Ora bem, com divertimentos desses, que a farra continue!

  3. Circula por aí uma falsidade, que de tanto ser repetida já é tida como verdade: ‘A cocaína não é doping, pois não melhora o rendimento’. Isso é mentira. A cocaína era um dos principais ‘ingredientes’ do famoso pote belga que já originou condenações em tribunal para alguns elementos ligados ao ciclismo.

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