Arbitragem positiva

A equipa de comissários que atuou na Volta a Portugal teve nota positiva, dirigindo a Volta com excesso de zelo nas barragens, salvaguardando, contudo, ao longo da prova, a verdade desportiva, em especial para quem estava a discutir os primeiros lugares.

Dois pontos discutíveis ao longo dos 12 dias: a penalização de 10 segundos a Joni Brandão. Um Júri de comissários não deveria penalizar um atleta por questões de imagem . A infração do ciclista da Efapel não seria passível de penalização senão houvessem imagens, mas antes das imagens estava um comissário que não apitou e no final nada reportou . A penalização em francos suíços era suficiente, dado que o ciclista não retirou qualquer tipo de vantagem, de um ato irrefletido de um ocupante da viatura.

O outro ponto, este importante para o futuro. Na etapa para Bragança, os comissários deveriam ter tirado o tempo real de chegada, à entrada dos últimos três kms, evitando riscos para a maioria dos ciclistas. O piso estava escorregadio, a rotunda era apertada e a queda era previsível.

Quanto ao resto, nada a apontar.