Katusha: o fim de um sonho

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Katusha: o fim de um sonho.

A equipa da Katusha-Alpecin desaparecerá do pelotão internacional em 2020. O magnata da equipa, Igor Makarov fechou a porta e os ciclistas estão livres para procurar nova equipa. Dlois dos seus mais destcados ciclistas, Ilnur Zakarin e Nils Politt terão já encontrado equipas para os receberem. O primeiro terá contrato com a CCC e Politt, segundo do Paris-Roubaix este ano já terá chegada a acordo com a Deceuninck.

Formada em 2009, a Katusha alternou temporadas boas com outras pouco eficazes, com especial para os últimos anos em que se arrastou na cauda do pelotão World Tour, apesar de ser uma das formações com maior orçamento. No seu historial foram várias as apostas falhadas, em Kristoff que ressuscitou na UAE, seguiu-se novo fiasco com a contratação de Tony Martin, para culminar com o desastre chamado Marcel Kittel. Sem substituto para Zakarin, nas provas de três semanas, a contínua aposta no ciclista russo, acabou por redundar também num falhanço, a que não será alheio o excesso de participações nestas provas.

Marcel Kittel foi o maior fiasco da Katusha.

A UCI tem assim aberta uma vaga para 2020, que deverá ser ocupado pela Israel Cycling Academy, sendo muito provável que a Katusha ou a Alpecin possam ser apenas co-sponsors desta formação de raiz canadiana, que busca uma fusão com juma equipa World Tour, de forma a entrar diretamente no grupo de 1ª divisão do ciclismo mundial.

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