Fratura do fémur provoca dores atrozes – segundo médico do Tour

“Uma fratura do fémur é muito dolorosa de suportar, é uma lesão que causa dor assustadora e onde qualquer manipulação deve ser realizada com extrema cautela. Uma fratura aberta explica por que razão Froome foi tão bem atendido numa ambulância, no local da queda, antes de ser levado ao hospital: a ferida deve ser limpa, perfundida, talvez até mesmo com administração de injeções no nível do nervo crural (coxa). A operação tem de ser efetuada muito rapidamente, em menos de seis horas, para minimizar o risco de infecção. O choque deve ter sido muito violento … Para que a fratura seja aberta, é preciso um enorme deslocamento. Nas últimas Olimpíadas lembramo-nos das imagens da ginasta francesa (Samir Aït Saïd) ? Foi uma fratura aberta da tíbia, mas a tíbia está diretamente sob a pele: o fémur tem de romper o músculo antes de sair. O quadrícepe foi perfurado. O trauma deve ser muito violento. E então, sangra muito: Froome provavelmente perdeu um litro, um litro e meio de sangue. ” – afirmação do médico cirurgião-ortopedista do Tour , Gilbert Versier, que segundo a sua opinião, são ferimentos que não impedem o seu regresso em condições normais em 2020.

Chris Froome está hospitalizado na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital de Saint-Etienne tendo já sido submetido a várias intervençõdes para tratar as fracturas de fémur, cotovelo e costelas, bem como uma fratura da bacia que se veio a confirmar já no hospital.


 

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