Paris – Roubaix : o inferno do norte

No final do Paris-Roubaix o esforço dos ciclistas é visível, nas suas máscaras de esforço, na sua satisfação por terem chegado ao fim . Nenhuma corrida no mundo dá tanta satisfação a um ciclista terminar como o PARIS – ROUBAIX – O INFERNO DO NORTE .

Algumas curiosidades:

A primeira edição realizou-se em 1896 e foi ganha pelo alemão Josef Fischer;

Paris-Roubaix foi a primeira clássica a ter transmissão televisiva, em 1960;

Tom Boonen e Roger De Vlaeminck (2 belgas) detêm o recorde de vitórias, com 4 cada um;

Roger De Vlaeminck é o ciclista com mais pódios (9);

A Bélgica lidera a classificação nacional, com 55 triunfos em 112 edições;

Frédéric Guesdon é o ciclista com mais participações (17);

Dez ciclistas venceram a Volta a Flandres e Paris-Roubaix no mesmo ano: Tom Boonen, Fabian Cancellara, Fred De Bruyne, Roger De Vlaeminck, Romain Gijssels, Raymond Impanis, Gaston Rebry, Heiri Suter, Rik Van Looy e Peter Van Petegem;

Em 1949, a vitória foi concedida a dois ciclistas: Serse Coppi e André Mahé;

Em 1988 Dirk Demol venceu depois de ter estado em fuga durante 222 quilómetros;

Último ciclista a vencer o Paris-Roubaix com a camisola de campeão do mundo foi Bernard Hinault em 1981;

Entre 1986 e 1988, a prova terminou na cidade, porque o velódromo estava em obras;

Em 1965 os ciclistas foram pela primeira vez autorizados a receber rodas sobressalentes dos seus companheiros de equipa;

O vencedor mais novo de sempre é Albert Champion com 20 anos e 362 dias, tendo ganho em 1899; O mais velho é Gilbert Duclos-Lasalle, com 38 anos e 229 dias, vencedor em 1993;

O último francês a vencer foi Frédéric Guesdon, em 1997;

Em 1977 foi a primeira vez que o vencedor da prova recebeu o troféu em formato de paralelepípedo;

Hoje em dia os sectores de pavé sobrevivem graças à associação Les Amis de Paris-Roubaix que os preserva e garante que não desapareçam. Muitos são os entusiastas na beira da estrada para ver os ciclistas passar e no final, muitos são os que levam paralelos para casa como recordação. Todos os anos os voluntários da associação juntam-se para repor os paralelos em falta para que a prova decorra com toda a normalidade.

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