Bonificações : sim ou não ?

Curiosamente a Volta ao  Alentejo não contempla bonificações, estratagema que alguns organizadores utilizam para animar as suas provas. Com bonificações, a alternância da camisola amarela é maior, e os segundos de bonificação fazem o contra vapor,dos segundos que os sprinters eventualmente perdem nos C/R.

Recentemente , o Tirreno Adriático, por exempo ,utilizou as bonificações dando uma maior competitividade, com os ciclistas a amealharem segundos em tudo quanto era sitio possível, dada a ausência de dificuldades montanhosas ao longo das etapas. No dia do C/R os segundos das bonificações acabaram por ser decisivos.

Na Volta ao Alentejo, o desempate na geral individual é feito pelos pontos, ou seja pelos lugares ocupados pelos ciclistas ao longo das etapas, e não havendo fugas só o C/RI os desempatará. Contudo, o tipo de chegadas vai eliminando alguns dos contentores.

Curiosamente, com as chegadas a serem disputadas em topos, o grupo dos favoritos vai diminuindo consideravelmente . Na primeira etapa só 30 ciclistas cortaram a meta em Moura, hoje novo corte na chegada em Odemira e, agora só 19 têm o mesmo tempo.

As bonificações, contudo, têm o condão de poder proporcionar maior número de quedas, porque os sprints para as metas volantes são importantes e muito discutidos pelos segundos e não pelos pontos . Com este figurino, poucos são os ciclistas que sprintam para as metas volantes, que passam totalmente despercebidas.

Deixamos no ar as duas hipóteses. Qual a melhor com ou sem bonificações ?