Sanz reforça poder nas chegadas, na geral tudo na mesma

A segunda etapa  da Volta ao Alentejo, até foi pacifica, mau grado a média final, 44 kms/h, que até dá indícios de ter sido bem disputada, o vento de costas, durante grande parte do percurso foi amigo dos ciclistas. Quedas, hoje , nem vê-las , valendo a estirada de 183 kms, que ligou Mértola a Odemira, pela forma como a Euskadi-Murias controlou na frente do pelotão, e pelo ataque aos últimos cinco kms da tirada, com uma descida perigosa, a que se seguiu um empinar do centro de Odemira até o local de chegada, bastante inclinada.

Os homens do FC Porto só foram para a frente do pelotão nesses últimos cinco kms, na tentativa de se posicionarem para poderem discutir o triunfo de etapa, mas seria, mais uma vez, Enric Sanz a levar a melhor sobre Alarcon, que foi segundo.

Uma fuga de três ciclistas, Cyrille Thiery (Swiss Racing Academy), Ibai Azurmendi (Equipo Euskadi) e Timothy Rugg (BAI-Sicasal-Petro de Luanda), sempre controlada pelo pelotão, andou na frente com pouco entusiasmo, a escapada nunca rendeu mais de três minutos,e bem cedo se compreendeu que estava condenada ao malogro.

De amarelo continua Sanz, com os  primeiros 20 ciclistas a partilhar o mesmo tempo. A prova, apesar de ser vocacionada para sprinters e ter um C/RI não tem bonificações, pelo andar da carruagem será, pois,  o C/R que irá decidir o vencedor. Esperemos que assim não seja.

Classificação :