Etapa emotiva terminou com Enric Sanz a ficar de amarelo

James Fouche, neozelandês de nascença, ciclista da equipa britânica  Wiggins, 21 anos de idade já tinha dado nas vistas na Clássica da Arrábida. Pelos vistos a sua arrogância será igual à sua valia como ciclista. Hoje repetiu a receita da Arrábida: isolado com mais três ciclistas e porque entendeu que não puxavam com a intensidade que pretendia, encostou à berma e primeiro descarregou Pedro Pinto do Mortágua, depois David Ribeiro da LA Aluminios. O espanhol Enrique Soto da Fundação Euskadi ainda aguentou mais um pouco, mas o ciclista da equipa britânica apertou mais uns vattios e seguiu sozinho.

A aventura durou 175 kms e obrigou a W52 FC Porto e a Euskadi – Murias a uma forte perseguição . O neozelandês rendeu-se, ficou para trás, e encostou à box, afinal ainda não há supermen’s.

A etapa valeu pelo vento, pelos abanicos, e pelas quedas. Cada vez que o ritmo do pelotão aumentava, de forma imprevista, as quedas sucediam-se. Foram muitas e muitos foram os ciclistas que se podem queixar, e que comprometeram resultados futuros. O ano passado, foi deste forma que a prova se resumiu a cerca de 20 ciclistas, este ano foi um pelotão bem mais composto, que partiu nos últimos dois kms na ascensão para Moura. A Euskadi que controlou os derradeiros 30 kms da etapa, justificou o triunfo, com Enric Sanz a levar a melhor sobre o axadrezado Luis Mendonça e o louletano Vicente de Mateo.

Um grupo de 30 ciclistas cortou a meta com o mesmo tempo do vencedor, seguindo-se diversos grupos que foram perdendo tempo na chegada.

Classificação: