Iban Salas inocentado – passaporte biológico deixa duvidas

El ciclista del Burgos-BH Ibai Salas, en una imagen de archivo.

Iban Salas, ciclista do Burgos, viu o Tribunal Arbitral do Desporto, reverter a sentença, não dando como provado que o ciclista tenha tomado qualquer substancia proibida, nem quando e onde a substancia eventual possa ter sido ingerida. O Tribunal deu ainda como provado que o passaporte biológico não é prova suficiente para provar uma infração ao regulamento.

Salas tinha sido castigado com três anos e nove meses de suspensão, mas recorreu para o tribunal, que acabou por lhe dar razão, deixando em maus lençóis a entidade responsável pelo controlo antidoping espanhola ( AEPSAD). Eventualmente pode ser pedida pelo ciclista uma  indemnização pelos danos causados, um périplo de dez meses de angustia e que acabou com a sua carreira como ciclista profissional.