A tradição já não é o que era

A prova de Abertura, é isso mesmo,  um prólogo de uma temporada, e uma montra das equipas nacionais, com os olhos postos nos equipamentos, nas estruturas , bicicletas e, naturalmente os ciclistas.

Manda a tradição, que as equipas alinhem na sua máxima força, numa prova em que todos deveriam participar, ou não se tratasse disso mesmo de uma Abertura nacional. Mas não, este ano, segundo dizem, por imposição da UCI, numa prova que não está inscrita no calendário internacional,  apenas poderão correr sete ciclistas por equipa. O princípio até estará correto, se aplicado a toda a temporada, contudo o simbolismo de uma prova de Abertura merecia que todos os ciclistas tivessem o privilégio de meter o dorsal, conversar com os amigos, tomar um café à partida  e abalar rumo a uma aventura de mais de 40 a 50  dias de corrida, repartidos por uma calendário curto.

Diz o reclame, também é verdade, que a tradição já não é o que era.