O A a Z de 2018

 

A, de Alves Barbosa. Uma das figuras maiores do ciclismo português falecido em 2018. Para sempre o primeiro português na Volta a França.

B, de Bernal. O Colombiano dá cada vez mais mostras de capacidade. Colômbia, Califórnia e um Tour acima da média para um jovem.

C, de Contador. Fez falta em 2018.

D, de dopagem. Em Portugal alargaram-se horizontes no controlo. Uma opção discutível. Mas também não deixa de ser verdade que alguns “ciclistas” já têm boa idade para ter bem mais juízo.

E, de Evenepoel. Uma estrela em ascensão. Veremos onde chega o jovem belga.

F, de Froome. Envolvido em polémicas próprias dos grandes nomes, continua a marcar uma era e a aumentar o palmarés.

G, de Geraint Thomas. Se dúvidas existissem, o inglês venceu o Tour!

H, de heróis da estrada. Em 2018 e desde sempre é o que os ciclistas continuam a ser.

I, de Inglaterra. Três vencedores diferentes nas três grandes Voltas no mesmo ano. Um feito único.

J, de Joaquim Leão. Outro símbolo do ciclismo nacional falecido em 2018.

K, de Kwiatkowsky. Mais uma boa época e, de novo, a nossa Volta ao Algarve.

L, de Louletano. Equipa que paulatinamente se vai impondo no panorama nacional.

M, de Mendonça. De retirado, a ciclista vencedor. Não é propriamente uma revelação, mas uma agradável confirmação.

N, de Nibali. Não teve uma grande época, mas a sua versatilidade permitiu-lhe acrescentar o Milão-São Remo ao brilhante palmarés.

O, de organizar. Mais tarde ou mais cedo será necessário organizar algumas estruturas do ciclismo português. As associações regionais têm algumas carências.

P, de Peter Sagan. Cada vez mais incontornável, é uma figura em qualquer ano. Mais uma camisola verde e o Paris Roubaix.

Q, de Quintana. Cada vez mais discreto.

R, de Raúl Alarcon. Mais uma Volta a Portugal e uma época de sucessos.

S, de Salbutamol. A substância mais famosa do ano.

T, de Tiago Machado. O primeiro vencedor do ano em Portugal e um regresso desejado.

U, de Unidade. A Volta a Portugal, como já não acontecia há algum tempo, conseguiu em 2018 unificar verdadeiramente o território português.

V, de Valverde. Finalmente campeão do mundo.

W, de W52. Equipa dominadora que se prepara para uma nova fase.

X, de Xis. Reflecte a verdadeira cruz que deve ser posta na forma como foi conduzido o processo do André Cardoso.

Y, de Yates. A imposição numa grande Volta. Mais um inglês.

Z, de Zás. Venha 2019.

Luís Gonçalves