Vuelta apresentada hoje, com perfil para trepadores

Javier Guillén (c), junto a Alejandro Valverde (i) y Simon Yates (d).

A Vuelta foi apresentada hoje com algumas inovações, não parando de surpreender: nenhuma etapa ultrapassará os duzentos kms, apenas um C/RI, e subidas inéditas, a primeira logo na 5ª etapa. uma chegada em alto, no  Observatorio Astrofísico de Javalambre, em Teruel, 12 kms sempre a subir com uma pedente média de 7%.

Uma prova dura, matizada ainda pelas longas neutralizações, a Espanha é grande, mesmo para uma prova de 21 dias, e é nas Asturias e Andorra  que alguns dos pontos mais seletivos estão situados, como a nona etapa, de apenas 97 kms mas com a ascensão dos puertos de Ordino, Gallina, Comella, Engolasters e Cortals d’Encamp e com um troço de 4 kms de macadame.

Perfil 9ª etapa:() ASO

Uma etapa ( 16ª Pravia – Alto de la Cubilla) com uma chegada inédita nas Asturias, onde não faltam subidas, como a que mostramos no perfil . A subida final do Cubilla é de 20km a 5% da média.

() ASO

Umas prova que tem todos os ingredientes para ser competitiva e com um elevado grau de dificuldade, com um C/RI longo de 36 kms, e que tem possibilidades de se arrastar quase até final, quanto à decisão do vencedor, com uma etapa decisiva mesmo às portas de Madrid , Arenas de S.Pedro Gredos – 189 kms:

 

 

 

 

No total são  seis as etapas favoráveis aos sprinters, que não deverão ser muitos a desejar estar presentes na prova, e oito chegadas em alto, isto para além do C/RI quedando-se as restantes para os chamados “baroudeurs”, isto é etapas de grau de dificuldade médio, propícias a escapadas.