Miranda-Mortágua: um oásis no interior do país

De Mortágua, concelho beirão, do distrito de Viseu, pequena vila com cerca de 1200 habitantes, o ciclismo tem projetado o nome de uma terra e também de uma região. Bastião da modalidade no interior de uma zona desertificado em termos de ciclismo, foi através de um antigo ciclista, Pedro Silva, um dos melhores sprinters nacionais dos anos 90, que a formação ganhou forma e peso no pelotão nacional.

Tiago Leal, Artur Chaves e Pedro Teixeira foram os únicos a manterem,-se na equipa para 2019.

Pelo segundo ano consecutivo no escalão Continental UCI, a equipa denominada Miranda- Mortágua vai ganhando força e projeção, também, na industria da zona, que tem abraçado o projeto de uma forma sustentada. Para além de uma série de empresas da região, também a autarquia local, comandada por José Júlio Norte tem sido uma parceira entusiasta, incentivando e apoiando o clube e a modalidade.

Para 2019, a equipa Mortágua – Miranda contará com um grupo coeso, formado naturalmente por ciclistas jovens, com exceção de Hugo Sancho ( ex- Vito-Feirense), um regresso volvidos alguns anos .

Para além de Sancho a equipa reforçou-se consideravelmente, depois das saídas de quatro jovens promissores : Francisco Campos, Jorge Magalhães, Gonçalo Carvalho e Hugo Nunes, e também de Nuno Meireles e António Barbio. Assim,  as seis saídas foram colmatadas com a contratação de  Daniel Freitas ( ex-W52-FCP), os espanhóis Sergio Veja e Cristian Mota, Ivo Pinheiro ( ex-Trofa), Pedro Pinto ( ex.Adrap) e Gaspar Gonçalves ( ex-Liberty), que regressa também a uma equipa da qual já fez parte.

Tiago Leal, Artur Chaves e Pedro Teixeira foram os únicos que renovaram para a próxima temporada.