Compensação das equipas estrangeiras: será que são abrangidas ?

A Federação Portuguesa de Ciclismo criou recentemente uma regulamentação para compensação das equipas de formação, à medida que os ciclistas vão avançando na idade  e na mudança de equipas, haverá depois uma compensação aos clubes por onde os ciclistas passaram, clubes que, na sua maioria pouca formação, na essência da palavra põem à disposição dos atletas.

O que a FPC ainda não pensou, é na compensação que deveria reverter para o ciclismo, dos ciclistas juniores e sub-23 que passam diretamente para  equipas estrangeiras, contribuindo para a desertificação do ciclismo nacional.

Alguns ciclistas  chegam ao ponto de correr em equipas estrangeiras, gratuitamente, pensando que, dessa forma atingirão o El Dorado, algumas delas sem as condições indispensáveis para a sua evolução. Aqui , sim, é que a FPC deveria pensar numa compensação dessas equipas, para o trabalho que equipas , organizadores e a estrutura federativa puseram ao dispor desses jovens para. O problema é se a UCI estaria de acordo com estas compensações, como certamente não estará no regulamento recentemente reposto, numa modalidade de meia dúzia de elementos, como o caso dos sub-23, com duas equipas apenas previstas para 2019.

Daniel Viegas, conhecem ? é o novo recruta da Polartec e Guilherme Mota, no seu primeiro a o de sub-23 firmou pela Caja Rural. Será que isto tem algum sentido ?

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