Mundialização do ciclismo é cada vez maior

A mundialização do ciclismo é um facto insofismável, por mais que se queira tapar o sol com a peneira, mau grado a contra informação que uma informação desajustada e sujeita à pressão dos grandes lobbys, exerce, o sentido de ostracizar o ciclismo.

Um exemplo , poderá ter sido casual, mas não foi inocente, quando a RTP, no seu bloco informativo efetuou uma reportagem sobre o muro que divide Israel da Palestina, ignorando uma notícia que era importante, ou seja ignorou a grande partida do Giro de Israel.

Mas voltando ao nosso tema fulcral, a mundialização do ciclismo continua a todo o vapor. Depois do sucesso do Giro em Israel, já se fala da partida da Vuelta de 2021 de Yorkshire , e o tema  já antigo de uma partida do Giro dos Estados Unidos já veio à cena.

Dizia um jornalista, de uma jornal diário desportivo, como que se justificando para o pouco espaço dado ao ciclismo, que a modalidade era essencialmente um desporto de televisão, o problema é que o ciclismo tem de facto público, entusiasmo a todos os níveis, e banhos de multidões em todos os países, isto ninguém pode esconder, porque a televisão assim o mostra. Banhos de multidões em países tão excêntricos para o ciclismo como a Noruega, Reino Unido ou mesmo Israel.

Tudo isto, mau grado os péssimos dirigentes que o governam, a nível internacional .