GP das Beiras : Serra da Estrela continua indefinida – 20 equipas à partida de Mêda

O Grande Prémio das Beiras retoma a via competitiva profissional, no nosso país, num período em que as provas não abundam, são quase seis semanas sem competição, intercortadas com a realização desta prova internacional, disputada numa zona do país, bastante ” agreste” em termos de condições meteorológicas adversas.

A prova, aliás, poderá ficar amputada do seu “acervo” principal, a subida à Serra da Estrela, situação que só no próximo sábado a organização decidirá a sua ascensão ou não.

Presentes vinte equipas, de diversos países, mas sem grande conotação internacional, num pelotão que se pretende homogéneo e sem grandes discrepâncias, algumas até, só com cinco ciclistas à partida.

Um percurso duro, com etapas demasiado longas, atendendo às temperaturas que se irão encontrar, o que pode influenciar negativamente no desenrolar competitivo da prova . Sublinhe-se o facto de não existir uma etapa nervosa, ou seja de reduzida quilometragem mas dura, a exemplo do que muitos organizadores estão a projetar as suas competições. Mesmo a passagem pela Serra da Estrela, caso se venha a efetuar é feita nos quilómetros iniciais de uma etapa, que vai terminar na Guarda , e onde da Estrela à meta poucos serão os que se aventurarão a atacar tão cedo.

Favoritos: Gustavo Veloso , Vicente Mateos, Joni Brandão, Domingos Gonçalves, Daniel Mestre, Joaquim Silva, não sendo de prever um bis de Jesus del Pino que venceu em 2017, fruto de uma fuga logo no primeiro dia.

Vejamos, a lista de inscritos e o percurso:

ETAPAS:

1ªETAPA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2ª ETAPA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3ª ETAPA: