Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo) o sprinter de serviço no algarve

Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo) hits the line first

Poderíamos hoje, quase fazrr um copy past do que sucedeu na primeira etapa da Volta ao Algarve. O vencedor foi o mesmo, Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo) , apenas os fugitivos foram outros, mas a história foi a mesma.

Desta feita os fugitivos foram , Rory Sutherland (UAE Team Emirates), Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), Bruno Silva (Efapel), Aleksandr Grigorev (Sporting-Tavira),  João Rodrigues (W52-FC Porto) e Ben King que partiu de forma a segurar a liderança no Prémio da Montanha, o que conseguiu, vencendo as duas contagens do dia. As metas volantes, essas , nem dão para aquecer, não se compreendendo porque existem: não existe uma classificação específica, que servia para as equipas lusas poderem “meter” um ciclista diariamente no pódio, nem dão bonificações.

A fuga chegou a ter seis minutos, mas uma rápida reação do pelotão, controlou-a entre os três minutos, não abrindo mais espaço. O vento fez sentir ao longo da etapa, e o pelotão em algumas partes do percurso estava nervoso, mas ninguém ousou atacar o camisola amarela, ou melhor a toda poderosa Sky, fosse ao contrário e, talvez, hoje o pelotão poderia cortar a meta em Tavira às pinguinhas. O ritmo foi constante, e sem grandes dificuldades, valendo apenas pelo sprint final que o holandês  Groenewegevenceu relativamente à vontade, à frente de Matteo Pelucchi  ( Bora ) e John Degenkolb, que se tem fartado de fazer kms, mesta prova, a pensar nas clássicas. Depois de terminadas as etapas, o alemão tem ido de bicicleta para o hotel todos os dias.

A liderança da corrida manteve-se na mesma, com Geraint Thomas de amarelo.

Uma chamada de atenção para o 17º lugar de Francisco Campos, o jovem campeão nacional de sub – 23 marcou presença entre os vinte primeiros da etapa.