world tour : começa a inquietar tantos casos

O problema de Froome e de toda a estrutura da Sky são os seus excessos nas afirmações contra o doping. Quer Dave Braisford, quer Wiggins quer Froome davam uma aparência de pertenceram a uma equipa com métodos de trabalho revolucionários, em que qualquer tipo de subterfúgios relacionados com qualquer tipo de medicamentos eram pura e simplesmente criticados.

Wiggins que conseguiu safar-se de um inquérito incólume, desapareu de cena rapidamente, para se dedicar ao remo de alta competição, e foi mesmo ao ponto de afirmar que nunca tinha sido injetado, fosse com o que fosse. Viria, contudo, a admitir ter sido injetado com cortoicosteróides nos Tours de 2011 e 2012, Giro 2013 e Vuelta de 2011, com a utilização de uma AUT, um documento que permite a sua utilização sob algumas condicionantes.

Sabe-se, contudo, que as AUT, na maioria dos casos, são subterfúgios legais que são utilizados para tirar algum benefício desportivo, daí que a Sky comece a ficar seriamente beliscada com tantos casos.

Há um ditado  português que diz “ não cuspas para o ar ” o leitor sabe o resto, que se aplica bem a este  tipo de afirmações.

O certo é que o World Tour, que deveria ser um exemplo está , de alguma forma a bater alguns records com constantes casos de doping, que não abona o setor, e que nos leva a ter de pensar o porquê de uma diferença tão grande entre os ciclistas World Tour e os restantes escalões do pelotão internacional.