Adeus boonen, contador e outros bons corredores …

Num momento pouco intenso, em termos de notícias de ciclismo, um ponto merece uma reflexão, para não dizer já uma recordação. Todos os anos, é inevitável, um numero mais ou menos elevado, de ciclistas abandonam a pratica desportiva. Nomes mais ou menos sonantes, mas não andaremos longe da verdade que, neste capítulo, 2017 deixará algumas saudades.

Nomes importantes como Alberto Contador, Tom Boonen, Andrew Talansky, Van den Broeck, Tiralongo, Zubeldia, Thomas Voeckler são demasido importantes e com uma passado difícil de esquecer. Vejamos os ciclistas que abandonaram a prática competitiva este ano.

Escalão WorldTour: 

Alberto Contador ( Trek-Segafredo)
Tom Boonen (QuickStep – Floors)

Andrew Talansky (Cannondale – Drapac)
Ondrej Cink (Bahrain – Merida)
Martin Elmiger (BMC)
Tyler Farrar (Dimension Data)
Jesus Hernandez (Trek – Segafredo)
Adriano Malori (Movistar)
Cedric Pineau (FDJ)
Manuel Quinziato (BMC)
Christophe Riblon (Ag2r La Mondiale)
Paolo Tiralongo (Astana)
Jurgen Van den Broeck (Lotto NL  – Jumbo)
Martin Velits (QuickStep – Floors)
Angel Vicioso (Katusha – Alpecin)
Haimar Zubeldia (Trek – Segafredo)

 Escalão profissional:

Remy Di Gregorio (Delko Marseille Provence KTM)
Romain Guillemois (Direct Energie)
Andrea Fedi (Wilier – Selle Italia)
Gregory Henderson (UnitedHealthcare)
Thierry Hupond (Delko Marseille Provence KTM)
Martyn Irvine (Aqua Blue Sport)
Fabrice Jeandesboz (Direct Energie)
Arnold Jeannesson (Fortuneo – Oscaro)
Romain Lemarchand (Delko Marseille Provence KTM)
Javier Megias (Team Novo Nordisk)
Francis Mourey (Fortuneo – Oscaro)
Jens Mouris (Roompot – Nederlandse Loterij)
Ruben Pols (Sport Vlaanderen Baloise)
Christophe Premont (Vérandas Willems-Crelan)
Jarl Salomein (Sport Vlaanderen Baloise)
Martijn Verschoor (Team Novo Nordisk)
Frederik Veuchelen (Wanty – Groupe Gobert)
Thomas Voeckler (Direct Energie)
Jens Wallays (Sport Vlaanderen Baloise)