pelotão nacional vai se compondo

O pelotão nacional recompõe-se com novas equipas e estruturas, mad praticamente com os mesmos ciclistas. Diminuição dos respetivos plantéis, a que não é alheio a diminuição do numero de ciclistas em prova, sete na maioria das provas, mas também seis em muitas delas, por equipa.

Novas equipas ditas profissionais, as novidades deverão chegar de Santa Maria da Feira, onde a equipa  de S.João de Ver, comandada por Joaquim Andrade deverá fazer fusão com a ex-formação de Albergaria de Edgar Pinto, para constituição de uma equipa continental profissional, que contará entra outros Luis Afonso, Edgar Pinto, Hugo Sancho e Ricardo Vale.

Por outro lado e conforme já aqui adiantamos, a LA  Alumínios, que será comandada por José Barros, ladeado pelo major Bernardo, constituirão em primeira instância uma formação continental profissional, serão, portanto as duas novidades no escalão profissional, já com David Ribeiro e Nuno Almeida dados como certos.

Contrastando com as novidades, é de saudar a continuação na estrada das equipas do Louletano, que mudará de patrocinador , passando a  Aviludo a ser o grande sponsor da equipa de Jorge Piedade, que terá Vicente Mateo como chefe de fila e homens de confiança como Luis Mendonça, Márcio Barbosa, David de La Fuente, Luis Fernandes que podem proporcionar uma nítida melhoria da equipa nos grandes momentos.

A W52-FCPorto continua com um forte bloco, onde Raul Alarcon , Gustavio Veloso e António Carvalho são nomes fortes e bem capazes de manter a chama do Dragão bem viva para 2018.  Com Alarcon a equipa portista conserva a sua relativa supremacia, em termos individuais, mau grado a perda de Amaro Antunes e Joaquim Silva, de dificil substituição, pelo menos ao nível do mercado nacional.

A Radio Popular – Boavista manteve praticamente o mesmo bloco, onde sobressaem  João Benta e Domingos Gonçalves, continuando a procurar no estrangeiro a substituição de alguns elementos. Egor Silin continua a que se juntou Iuri Trofimov uma aposta russa que poderá ou não ser ainda alargada, continuando a confiar nos jovens como Luis Gomes e David Rodrigues.

Já o Sporting-Tavira pouco se sabe, mas uma equipa que conta com nomes como Joni Brandão, Alejandro Marque e Frederico Figueiredo terá de ser considerada uma equipa de força e notoriedade, isto sem se saber ainda se Nocentini ficará. Com Nocentini o Sporting arrisca-se a ter um dos blocos mais fortes a nível nacional.

A Efapel manteve a sua  sobriedade com dois nomes de grande projeção, Henrique Casimiro e Daniel Mestre são o garante da equipa, que com Sérgio Paulinho lhe dá uma auréola de grande favoritismo, numa equipa comandada por Américo Silva, sinal evidente de uma boa estrutura interna.

Temos, pois um pelotão profissional, a que se juntarão duas formações continentais amadoras, a Liberty Seguros e a equipa de Mortágua, e onde em ambos os conjuntos figuram alguns nomes de futuro, como André Carvalho e Francisco Campos.

Com estas alterações federativas, quem ficou a perder foram alguns jovens sub-23 que ficaram sem possibilidades de integrarem equipas deste escalão, cujo pelotão ficará algo empobrecido e reduzido ao Maia, Sicasal e pouco mais.

2 comentários a “pelotão nacional vai se compondo”

  1. A unica equipa sub-23 que já anunciou a sua continuidade e com a equipa feita não foi mencionada. Vamos a respeitar o esforço daqueles que fazem viver o CICLISMO. A equipa é a JORBI Team JOSE MARIA NICOLAU.

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