Não fosse Bardet francês seria que o Júri decidiria pela absolvição dos dois ciclistas ?

Os comissários têm a missão de preservar pela verdade desportiva de uma corrida mas, na sua maioria, revelam poucos conhecimentos práticos, numa formação exclusivamente teórica, que pouco contribui para o desempenho da sua missão.

Um mau comissário poderá estragar uma corrida, mesmo como Tour  que ficou seriamente amputado depois da ( má ) expulsão de Peter Sagan.  Este grupo de comissários já mostrou que tem pouca personalidade, que poderá decidir a reboque de terceiros, consoante os interesses em causa.

Vejamos o caso de Sagan. Primeiramente decidiu desclassifiá-lo na etapa e colocr o ciclista na ultima posição da etapa mais uma penalização em tempo. Minutos mais tarde decidiria pela expulsão pura e simples. De onde veio o recado ?

Depois foi o caso Rigoberto Uran. O colombiano recebeu  água de um assistente já nos últimos vinte kms, onteontem, e foi penalizado em vinte segundos.O seu diretor desportivo bem protestou mas não adiantou nada nos seus protestos.  Contudo, ao visionar a etapa, o mesmo diretor desportivo, Jonathan Vaugthters viu que Bardet tinha cometido a mesma infração e não tinha sido sancionado, e apresentou a prova do facto. O Júri reuniu e decidiu-se por retirar a penalização ao colombiano, optando por não penalizar Bardet e Uran.

Não fosse a televisão e Uran teria ficado com os vinte segundos de penalização. Não fosse Bardet francês  seria que o Júri decidiria pela absolvição dos dois ciclistas ?