PSP aumenta insegurança nas provas de ciclismo, colocando em perigo participantes

 

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Portugal é, a partir deste ano um país com fronteiras, divididos por duas forças policiais que se digladiam por uns míseros cobres.

Forças policiais que se estão nas tintas para a segurança dos participantes de uma prova de ciclismo, colocando em primeiro lugar os seus interesses corporativistas, abocanhando tudo quanto possam para defenderem unicamente os seus interesses .

Em Guimarães existe uma fronteira, como o da imagem inicial , quando uma força policial , GNR é impedida de entrar naquilo que a PSP diz ser os seus domínios.  Uma vergonha que coloca em duvida quais os verdadeiros interesses das forças de segurança: assegurar a integridade física dos participantes, ou assegurar os seus interesses pessoais ?

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Na entrada de Guimarães a GNR foi impedida de exercer a sua função, como muito bem sabe, para ser substituída por breves kms por outra força policial, a PSP, que pouca ou nula experiência tem sobre a matéria. Duas forças policiais, duas sobrecargas financeiras para o organizador obrigado a pagar quatro horas de serviços extraordinários a cada uma das forças policiais.

Numa Europa sem fronteiras, temos agora Portugal com fronteiras, entre as zonas rurais e urbanas. Ao que nos leva o autoritarismo e o abuso de autoridade.