psp e gnr é quem mais suga o desporto e em especial o ciclismo

As forças policiais, sob a tutela e a autorização da Ministra da Administração Interna dão cobertura ao maior saque do desporto nacional e, muito em especial do ciclismo.

Sem qualquer tipo de concorrência as forças policiais mandam e dispõem a seu bel prazer, do numero de agentes a destacar para uma prova de ciclismo, bem como as horas extraordinárias a atribuir aos seus agentes.

Desde o pagamento de 24 horas de horas extraordinárias,para um evento de dois ou mais dias, a pagar  no primeiro dia, “pelo  empenhamento da força”, a pagamentos pelos pareceres, até a comparticipação de dois euros por cada agente destacado, devido a despesas administrativas.

Depois da enorme falta de respeito das forças de segurança da PSP, na prova Prémio do Dão, em que a PSP não teve mão na corrida, ocasionando um grave prejuízo financeiro para a entidade organizadora, ao querer substituir a GNR, no que dizem ser a sua área de intervenção, o abuso de autoridade está bem patente, no caso apresentado pela Associação de Ciclismo do Minho.

Para uma prova de cadetes com 56 ciclistas inscritos foram destacados ”  do lado da PSP: 35 agentes e 7 viaturas, GNR: 24 agentes e 11 viaturas), ascendendo o orçamento total da prova a 3803,10 euros. De destacar que a a PSP, apesar de reclamar para si a tutela de um reduzido troço de todo o percurso, indicou mais meios para a atividade de ciclismo do que a GNR.

O pagamento mínimo de quatro horas, para um serviço que pode durar no máximo trinta minutos, é uma excelente remuneração, em especial para os agentes da PSP, e único na função pública, onde as horas extraordinárias são pagas proporcionalmente ao tempo  real de trabalho do funcionário.

Uma vergonha só possível em Portugal.

JS